segunda-feira, 22 de abril de 2013


quinta-feira, 4 de abril de 2013

SEDE DA APPLE EM FORMA DE NAVE DEVERÁ CUSTAR US$ 5 BILHÕES


O plano da APPLE de construir uma nova sede em formato de nave espacial nos ESTADOS UNIDOS está mais caro na prática do que no papel.

Dos US$ 3 bilhões previstos inicialmente, a estimativa de custo já subiu para US$ 5 bilhões em revisão feita nesta quinta-feira, 4, por analistas ouvidos pela BUSINESS WEEK.



Os maiores custos residem na qualidade do material escolhido para tornar realidade o projeto mastodôntico imaginado por Steve Jobs. "Como acontece com todos os produtos da APPLE, Jobs não queria remendas; paredes, chão e teto devem ser polidos para dar um aspecto sobrenatural de suavidade”, diz o site.

O novo orçamento parece não representar muita coisa para a empresa mais valiosa do mundo, que dispõe de cerca de US$ 100 bilhões em caixa. No entanto, o investimento tem gerado reclamações dos investidores, segundo a revista BUSINESS WEEK. Principalmente numa época em que WALL STREET espera o primeiro recuo do lucro da APPLE em 10 anos e vê as ações da empresa cotadas abaixo de US$ 500.

Ciente do momento delicado em comparação há anos anteriores, a APPLE deve pisar no freio e adiar para 2016 a conclusão do campus, antes esperado para 2015. Correm informações de que a companhia aproveitará o fôlego para ir atrás de pelo menos US$ 1 bilhão para ajudar a financiar sua nave espacial na Terra.




sábado, 16 de fevereiro de 2013

MUROS VIRTUAIS


Medidas simples evitam crimes eletrônicos.

By: Revista Consultor Jurídico, 7 de janeiro de 2013


Apesar do avanço dos recursos eletrônicos e das medidas administrativas e jurídicas no combate aos crimes cibernéticos, o descuido das pessoas continua criando a ocasião que faz o ladrão. A Lei 12.735, que tipificou infrações cibernéticas no Brasil, por exemplo, foi publicada no dia 3 de dezembro e entra em vigor em março. Mas de nada adiantam ferramentas sofisticadas se as pessoas deixam de tomar as precauções mais simples, conta a jornalista Kashmir Hill, da revista FORBES.

Há sistemas de segurança elaborados especialmente para a comunidade jurídica, especialmente sensível a roubos de dados. Afinal, o acesso de intrusos a informações confidenciais de clientes, de casos em andamento, do escritório do Advogado, da sala do Promotor ou do gabinete do Juiz pode gerar consequências irreversíveis.

"Absolutamente nada é seguro. Quanto mais potencialmente valiosa a informação, haverá maior investimento em inteligência e espionagem para obtê-la", diz o advogado Jair Jaloreto, especializado em crimes financeiros. "As informações só devem estar disponíveis a quem interessa: ao advogado, seu cliente e o juiz da causa."

Antes de armar um sistema sofisticado de segurança para transformar seu ambiente em uma fortaleza contra ataques cibernéticos, o profissional deve se preocupar com coisas mais simples, tais como "fechar a porta da casa". Isso significa adotar medidas mínimas de proteção de dados em smartphones, tablets e computadores. E o mais importante: tornar isso um hábito.

"De fato, vem ocorrendo um aprimoramento tecnológico e jurídico para aumentar a esfera de proteção dos usuários da rede mundial de computadores. Mas enquanto os próprios usuários não se conscientizarem de que suas ações ou omissões podem se consistir em verdadeiros gatilhos para a prática de atos lesivos por terceiros, nada será suficientemente eficaz", diz o advogado David Rechulski, especializado em crimes cibernéticos.

A FORBES relaciona dez medidas "arroz-com-feijão" às quais qualquer profissional, incluindo os da comunidade jurídica, deve se habituar para se proteger contra bisbilhoteiros, intrusos e criminosos. Algumas recomendações, apesar de parecerem óbvias, são desprezadas por pessoas que não podem ser consideradas ingênuas:

1. Faça o que todos sabem que é óbvio: use senhas para proteger seus dispositivos

Parece inacreditável, mas muitos usuários de smartphones, tablets e computadores não se dão ao trabalho de registrar senhas ou não têm paciência para digitá-las, quando querem usar seus dispositivos. Isso equivale a deixar algo valioso no banco do carro e com a porta destrancada. Nenhum ladrão resiste à ocasião. Não é uma necessidade apenas para quem tira fotos comprometedoras com o celular — fotos que acabam na INTERNET. É uma necessidade de proteger mensagens e documentos confidenciais.

"Muitos internautas também têm o péssimo hábito de salvar, para preenchimento automático, suas senhas ou chaves de acesso para login", diz Rechulski. "Fraudes corporativas, envolvendo perdas milionárias porque funcionários compartilharam seus logins e senhas, em violação à política de segurança da informação, já se tornaram uma rotina."

2. Crie alertas do Google
Você pode criar alertas com o seu nome, o nome do escritório e palavras-chave ligados a suas informações confidenciais. Se qualquer deles for mencionado na Internet, você recebe um alerta por e-mail. Os alertas também são úteis para se acompanhar algum tema de interesse do usuário.


3. Use as redes sociais com moderação

Muitos assuntos privados caem em mãos erradas ou se tornam objeto de investigação porque as pessoas não tomam essa simples providência: ir à configuração de privacidade do FACEBOOK para trocar o acesso público para personalizado, limitando o acesso de pessoas à página. Certifique-se de configurar a privacidade em todas as redes sociais.

Além disso, é preciso declinar o convite das REDES SOCIAIS para atualizar seu PERFIL. Via de regra, redes sociais são um perigo constante. São altamente susceptíveis a falhas de segurança e uma fonte de provas contra o usuário, quando qualquer tipo de suspeita recai sobre ele.
"Não escreva nada na INTERNET e nas REDES SOCIAIS que não possa ser escrito em um outdoor", recomenda Jaloreto. "Mesmo que uma prova obtida de forma ilícita for assim considerada por decisão judicial, certamente influenciará o julgador que a ela teve acesso, e pode ser um problema ainda maior se vir a público", ele diz.

4. Desconecte-se do serviço ao terminar de usá-lo.


Depois de se comunicar pelo LINKEDIN, TWITTER, FACEBOOK, MSN, G’MAIL ou qualquer serviço de e-mail baseado na Internet, não se esqueça de "sair" ou fazer o "logout". Isso impede que qualquer pessoa que tenha acesso a seu dispositivo — emprestado, perdido ou roubado — tenha acesso a seu conteúdo. No caso de usar um computador emprestado ou em qualquer lugar público, isso se torna especialmente importante. Mesmo que esteja atrasado ou com pressa, perca mais alguns segundos e evite um problema maior.

5. Não divulgue seus dados pessoais.

Não informe a sites de lojas, organizações ou pessoas seu endereço de e-mail, número de telefone ou CEP, a não ser a quem você confia. Muitas lojas vendem seu "PERFIL" e seus "interesses de compra". Em alguns casos, você pode optar por não fornecer essas informações.



6. Criptografe seu computador
A palavra "criptografia" pode soar como uma traição à simplicidade prometida para esses procedimentos de segurança, mas é uma coisa fácil de fazer. Criptografar seu computador significa que qualquer outra pessoa precisa ter sua senha — ou chave criptográfica — para ter acesso ao conteúdo em seu disco rígido. Em um MACINTOSH, basta ir a “Preferências”, “Segurança”, “Filevault” e “Ativar”. Em PCs, pode-se usar, por exemplo, o BITLOCKER. No caso de advogados, promotores e juízes, essa medida é indispensável.

7. Ative o segundo passo de autenticação do G’mail
Essa simples medida pode tornar praticamente impossível violar suas mensagens de e-mail por alguém que tenha acesso a seu smartphone ou tablet. Para que outra pessoa tenha acesso a suas mensagens, ela precisa ter, além de seu nome de usuário e sua senha, um código que é enviado para seu telefone. A GOOGLE diz que milhões de pessoas utilizam essa ferramenta. Para qualquer outro serviço de e-mail baseado na Web, procure conhecer suas medidas extras de segurança.

8. Pague em dinheiro por itens "embaraçosos"

Em muitos países, como nos EUA, todas as transações feitas por meios eletrônicos são facilmente rastreadas e o comprador é identificado. "Assim, se você é um defensor da vida saudável, mas por qualquer motivo come um hambúrguer e batatas fritas, pague em dinheiro", diz a jornalista Kashmir Hill. Pessoas importantes já tiveram problemas por causa do tipo de vídeos que alugaram nas locadoras, que pagaram por algum meio eletrônico.

"Também é comum, em alguns sites de comércio eletrônico, o armazenamento do número do cartão de crédito dos usuários para compras regulares. Essas práticas, dentre outras igualmente temerárias, mais cedo ou mais tarde, se reverterão em prejuízo certo, em transtornos gravíssimos. E, às vítimas, só restará o arrependimento por terem contribuído inadvertidamente com seu próprio malfeitor", diz Rechulski.

9. Limpe o histórico e os cookies de seu navegador.

Se você não toma essa providência frequentemente, configure seu navegador para que faça isso automaticamente a cada sessão. Você também pode configurar o navegador para não registrar o histórico dos sites que visita. Existem add-ons, como o TACO, que o ajudam a reduzir o rastreamento de sua navegação.



10. Use máscara de IP.


Toda vez que você visita um website, deixa uma pista de sua "presença", na forma de informação de IP. Quando o proprietário do site checa sua analítica, consegue detectar essa informação. Se você não quer deixar pistas, deve usar um software que mascara seu endereço de IP.

"Logo, a segurança da informação só será efetiva quando sustentada, preponderantemente, pelo tripé consciência em boas práticas de uso, tecnologia de proteção sistêmica e efetiva aplicação da lei contra os cibercriminosos", conclui Rechulski.

*João Ozorio de Melo é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

AARON SWARTZ, FUNDADOR DO SISTEMA RSS, SUICIDOU-SE AOS 26 ANOS


O programador informático norte-americano Aaron Swartz, responsável pela criação do sistema RSS, foi encontrado morto na sexta-feira no seu apartamento em Nova Iorque, onde se terá enforcado. Tinha 26 anos e estava a poucas semanas de enfrentar um julgamento que o poderia condenar a 30 (trinta) anos de prisão.

Foi aos 14 anos que Swartz começou a escrever o seu nome na HISTÓRIA DA INTERNET. Com essa idade ajudou a criar a tecnologia digital RSS, um protocolo que permite a leitura dos sites através da subscrição de feeds (actualizações em tempo real). Poucos anos depois criou a REDE SOCIAL Reddit, uma comunidade de partilha de links que se auto-denomina O PORTAL DA INTERNET.
Aaron Swartz

Sua trajetoria.

O percurso profissional de Swartz confunde-se com a sua visão do mundo. Defendia a liberdade de circulação de conteúdos na INTERNET e em 2008, aos 22 anos, escreveu o seu próprio manifesto. O documento, que titulou GUERRILLA OPEN ACESS, começava assim: “A informação é poder. Mas como todo o poder há aqueles que querem guardá-lo para si.” Nele, Swartz defendia que todos deveriam ter acesso aos artigos científicos publicados online e apelava ao fim do que considerava “um roubo privado da cultura pública”.

Essa forma de estar valeu-lhe um processo na justiça. Em 2011, Swartz foi acusado de fazer download ilegal de 4,8 milhões de documentos científicos e literários (quase a totalidade do arquivo) da plataforma na INTERNET intitulada JSTOR, através da rede do MIT (Massachussets Institute of Technology). Se fosse condenado, estaria sujeito a uma pena de 30 anos de prisão e ao pagamento de uma multa de um milhão de dólares.

Enquanto alguns idealistas brigam pela liberdade de expressão e de acesso na INTERNET, pessoas obliteradas do mundo jurídico, cuja visão cartesiana e burocrática acereca da "liberdade", em particular, neste caso, através decisões tomadas por funcionários do Escritório em Massachusetts PROCURADORIA DOS EUA, e, no MIT, contribuiu para a sua morte. O ESCRITÓRIO da PROCURADORIA DOS EUA seguiu uma matriz processual excepcionalmente dura de encargos, levado potencialmente através dos atos jurídicos pelos quais teria ele infringido, justifiando a tentativa judicial em acioná-lo e condená-lo há mais de 30 (trinta) anos de prisão, para punir um suposto crime que não teve vítimas.

Um dos fundadores do CREATIVE COMMONS e professor de direito na UNIVERSIDADE DE HARVARD, Larry Lessig, criticou o procurador responsável pelo julgamento de Aaron Swartz:  "É absurdo o comportamento do procurador. Desde o início, o governo trabalhou tão duro como podia para caracterizar o que Aaron fez da forma mais extrema e absurda. A 'propriedade' que Aaron tinha 'roubado', disseram-nos, foi no valor de 'milhões de dólares' - com a insinuação e, em seguida a sugestão, que seu objetivo deve ter sido para lucrar com seu crime", escreveu Lessig, que era amigo pessoal de Aaron e ajudava informalmente na sua defesa.

"Essa pessoa (Aaron) hoje não está mais aqui, levada ao limite pelo que uma sociedade descente chamaria de bullying", protestou Lessig, com post em seu BLOG PESSOAL.



Cofundador da REDE SOCIAL de informação Reddit, muito famosa nos Estados Unidos, e militante em favor do acesso livre à INTERNET, Swartz foi encontrado enforcado na noite de sexta-feira em sua casa no Brooklyn, segundo os serviços médicos de NOVA YORK. Swartz também ajudou a criar, aos 14 anos, a tecnologia para compartilhar conteúdos online RSS. A família e os amigos do militante morto acusam a JUSTIÇA e o INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE MASSACHUSSETS (MIT), que abriu a denúncia, de serem responsáveis em parte pelo suicídio do jovem.

"Nesse mundo, a questão que este governo tem de responder é por que era tão necessário que Aaron Swartz fosse rotulado como um 'criminoso'", afirmou o amigo. "Aaron literalmente nunca fez nada em sua vida para 'ganhar dinheiro'", continuou Lessig, afirmando que todo o trabalho do jovem era voltado para o bem público. "Ele era brilhante e engraçado. Uma criança genial", afirmou.








sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Un Mensaje en Amor y Amistad - Aprendizaje

Somos todos nós artífices de nossas próprias penas e nossas alegrias, porém, temos de ter a consciência de que não podemos regressar no tempo para termos as boas emoções novamente, corrigir nossos erros, e, nossos desacertos em relação às pessoas que porventura viemos a confiar ou a amar. A verdade que tudo que a vida nos lega são coisas passageiras, e, nossa existência se divide num antes e depois, jamais voltaremos a ser o mesmo, porém, aprendemos a viver diferente procurando nossos sentimentos naquilo que focamos como esperança. (WCS) ========================================================== Todos somos arquitectos de nuestros dolores y nuestras alegrías, sin embargo, debemos ser conscientes de que no podemos volver atrás en el tiempo para tener buenas emociones otra vez, corregir nuestros errores y nuestros errores respecto a las personas que puedan haber llegado a confiar o al amor. El hecho de que todo lo que la vida nos deja las cosas pasan, y nuestra existencia se divide en un antes y un después, nunca volverá a ser la misma, pero podemos aprender a vivir de otra manera que mira en lo que nos enfocamos nuestros sentimientos como la esperanza. (WCS) =========================================================== We are all architects of our own pains and our joys, however, we must be aware that we can not go back in time to have good emotions again, correct our mistakes and our mistakes regarding people who may have come to trust or to love. The fact that all that life leaves us things are passing, and our existence is divided into a before and after, never return to be the same, but we learn to live differently looking into what we focus our feelings as hope. (WCS)