Nos últimos dias temos recebido muitas mensagens
deixadas em nossa “CAIXA POSTAL ELETRÔNICA”, através de nossos "E-MAILs", e, ou, ainda, questionamentos
efetuados por meio de comunicação instantânea, através do “MENSSENGER”, seja ele PESSOAL (imbiara@htmail.com), e, ou, o PROFISSIONAL (apoiojurídicowilcosil@hotmail.com); qual a capacitação que detínhamos
para propor juntos com outros “aventureiros” (expressão
que constavam de algumas correspondências/questionamentos), à realização de um evento do porte
do "FINUSE
- FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º
Encontro Internacional dos Usuários de Rede Social).
Claro, embora sempre haja alguma reserva de
conhecimento acerca dessas pretensões dinâmicas na propositura de sediar
e realizar um evento do porte do “FINUSE”, este, exige a existência de um fator
muito importante que é a disponibilidade à
realização com muita foca de vontade para que venha acontecer.
Sem vontade e garra ninguém faz nada, e, ainda,
precisamos de uma “pitada” de confiança para transmitir ao nosso semelhante,
pois, no “Tetê a Tetê” de um trabalho de convencimento há
uma disposição humana muito importante, ou seja, de se levar aos corações de
outrem, de nossos interlocutores, àquilo que realmente queremos e necessitamos
realizar para o bem de todos.
Ora, cá entre nós: “sabemos que se uma andorinha sozinha não faz verão”; bem como, “uma ideia sozinha também não cria o
clima de empatia necessário à sua desenvoltura”. Estar acomodo atrás de um monitor
de PC, e, achar que através somente de
contatos virtuais
conseguirá todo o convencimento necessário às nossas ações, isso soaria como um sonho impossível.”.
Na comunicação tudo tem suas limitações, mas, nada que
a boa ação do contato direito, o olhar direcionado ao olhar de seu interlocutor;
a
manifestação verbal imediata à resposta de nossa mensagem; e, estarmos prontos às reações que
possa advir, de uma resistência, e, ou, de uma interação de nossos objetivos.
Nada ainda conseguiu superar isso. Nem toda tecnologia chegou ao ponto de
substituir-nos nessa tarefa de interação.
Assim, da maneira que só nos os humanos em nossas
relações sabemos e podemos resolver: ser simpático e ter a expressão humana correta à demonstração contida na face de quem
transmite e recebe confiança junto com as palavras. Dessa forma, contatos
diretos, nas relações não virtuais, sempre são pontos a mais essa
inteiração
de empatia humana, a
qual, nunca substituirá um contato pessoal em lugar do virtual.
A INTERNET é uma das coisas mais extraordinárias
que já vimos e fazemos uso, tanto é que: dividimos nossa
vida pessoal e
profissional, antes, e, depois dela; principalmente no uso profissional. Quanto ao NÍVEL PESSOAL a única coisa que sabemos e podemos
afirmar com segurança é que se formos e ficarmos a
fundo nisso aqui: lá se vai a nossa vida
social e familiar; por que só queremos dedicar e ficar horas “navegando” pelas REDES
SOCIAIS.
Ocorre que juntamente com amigos “internautas” daqui do BRASIL, e, de
outros países, nos
últimos meses estamos trabalhando para realizar o "FINUSE
- FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º
Encontro Internacional do Usuário de Rede Social), o qual, se tudo correr como
previsto deverá acontecer no período de “10
A 15 DE DEZEMBRO DE 2015”, na cidade de ARAXÁ, MINAS GERAIS, donde nasci, e, também temos como
lugar de moradia (embora se divida nossa
residência com a cidade de Belo Horizonte), e, trabalhamos como advogado. Nossa cidade tem toda
a infraestrutura para receber um evento desse porte.
A distância temporal para a abertura desse evento é
porque sua organização esta a nos exigir uma logística muito grande; e, às vezes, quando deparamos
ou vivenciamos uma situação quando
procurávamos por um resultado, outro pode ocorrer. Assim, embora haja planejamento em nosso
trabalho, tudo se torna imprevisível; e, até mesmo porque, dado a fórmula
e a maneira coloquial com que planejamos nosso trabalho, e,
contando, ainda, com o que mais sutil em tudo: A
INTERAÇÃO HUMANA.
Talvez ela seja o maior responsável por correições ou adaptações necessárias;
mas, não podemos deixar de fazer o que há de ser feito, por uma questão de
princípios de se chegar à alma daquele que queremos mobilizar pela e para participação no “FINUSE”.
Ocorre
que acreditamos muito naquilo, em termos de relacionamentos, que seja fruto do
contato humano e que chega ao nosso coração. Para isso, em determinados momentos de nossos
contatos, necessitamos que haja a presença física, e, a
troca de impressões, e, nisso há a necessidade do contato pessoal; já
que, sem isso tudo deixa as relações em estado bastante inseguro e instável. Além
do que, nos sabemos, que nem tudo ocorre como sonhado ou esperado. Portanto, com os amigos que estão se
somando nisso, iremos pessoalmente às UNIVERSIDADES, de sala em sala, ou, de
outra maneira que for recomendável pela direção dessas (isso
porque o anfitrião deve decidir como deve ser a nossa entrada/recepção).
Ora, particularmente, nunca gostamos de gente que ao chegar
à nossa casa, pela primeira vez, vai logo dizendo qual é o jeito,
e, a melhor maneira da posição adequada de se acomodar o mobiliário (claro,
digo isso no sentido figurado). Acontece sempre, embora haja muitas pessoas que procurem
ignorar ou fingir, acerca desse item perdido, como
parte da falta de memória de um comportamento sociável, seja sempre o habitual por muitos.
Há momentos que o nosso comportamento é
medido por um sutil detalhe, que dependendo da ocasião ou opinião de cada um pode ser chamado de ETIQUETA, e, ou, EDUCAÇÃO, embora A
PRIMEIRA nem
sempre seja sinal de “frescura”; que o diga Maria
Helena Matarazzo,
jornalista que escreveu um livro chamado: “ETIQUETA SEM
FRESCURA”.
Plausível lembrar que quando há o impedimento de um
contato ou acesso humano de forma ou maneira injusta: sabemos
também romper correntes. Portanto, somos razoáveis e educados, porém, não nos tomem por idiotas ou despreparados. Além das UNIVERSIDADES, embora achássemos que deveríamos
era atingir o maior numero de jovens para envolver nesse evento, pois, o futuro
a eles pertencem. Portanto, devem saber como planejar isso melhor, seja nas
questões de ordens: sociais ou políticas; passando pela ÉTICA, e, ainda, à proteção do MEIO
AMBIENTE, e, tantos
outros itens que podem ser pautados à debate para um ENCONTRO dessa envergadura. Claro que iremos
às ONGs, órgãos de classes; representantes do
PODER
LEGISLATIVO; à
direção das empresas virtuais que detém o controle das ditas REDES
SOCIAIS, entidades que
atuam pelos DIREITOS
HUMANOS e da PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE; etc.
Como vê será há um grande e árduo trabalho a realizar.
Gostaríamos de deixar registrado aqui, uma rica experiência pessoal que no passado,
tivemos em menor escala, pois, foi uma oportunidade “sui
generis” em
nossa vida pessoal, social, profissional; e, acima de tudo no exercício
da chamada “cidadania”, em organizar um EVENTO dessa espécie, porém, em nível de
nosso ESTADO, quando aconteceu, aqui em nossa cidade, ARAXÁ, há algum tempo, o “VI
CONGRESSO ESTADUAL DOS ADVOGADOS MINEIROS, OU, DO ESTADO DE MINAS GERAIS”, promovido pela OAB/MG, e, embora muito da organização
dependesse mais da direção da entidade em BELO
HORIZONTE, e, como
éramos os anfitriões, e, ocupava o cargo de Presidente
da 33ª
Subseção da OAB/MG, e, os eventos anteriores tinham
pouca participação, e, havíamos organizado uma pauta a ser discutida muito
grande. Por exemplo: àquela época não existia nem mesmo uma TABELA
DE HONORÁRIOS, com orientação
de valor mínimo ou referencial para cobrarmos pelos nossos serviços jurídicos,
coisa que foi objeto de debate e aprovação com recomendação ao CONSELHO
ESTADUAL da
entidade, o qual, posteriormente, tratou disso entre outras inúmeras outras
providências ali debatidas.
Assim, fomos ao encontro dos colegas nas cidades de MINAS
GERAIS, onde, havia Subseções
da OAB/MG, e, em reuniões articuladas, no
final da tarde depois de ter passado o dia nos escritórios desse,
convidando-os. Ali vinha a apresentação, discussões, sugestões, etc. Estivemos,
também, de sala em sala de aulas, em todas as FACULDADES
DE DIREITO existente
em MINAS
GERAIS à época,
pois, não acredito em nada que alije a juventude, principalmente, àqueles
que deverão nos suceder naquilo que efetivamente temos como função ou missão. Foi extenuante, mas de um grande
aproveitamento, pois, o EVENTO, que ocorreu em suas performances
passadas, sequer ocorria com a presença de cerca de duas centenas de
pessoas.
Isso, não obstante, nos comuns momentos festivos de algum
EVENTO: seja o coquetel de abertura;
à recepção de alguns convidados ilustres; e, dos festejos de encerramento (por
exemplo, a realização de um baile/pelo menos, para isso, há amplos salões no GRANDE
HOTEL aqui em Araxá), àqueles que chamamos de “integrantes” ou “participantes” festivos, ou seja, o pessoal de
sempre presente nas situações de “oba, oba”, como sói acontece em muitas coisas
ou momentos da vida, sempre são os primeiros a chegar, dando uma impressão de
quantidade e mobilização, a qual, não corresponde nunca à realidade.
Para comprovar o resultado de nossa mobilização,
necessitávamos disso, realmente, daqueles que estiveram presentes, inscritos;
e, isso nós mesmo fizemos questão de registrar, pois, à época a INTERNET, nem era para todos, e, computação
era coisa muito elitizada, mas, equipamos e informatizamos a recepção que controlava
isso no GRANDE HOTEL DO BARREIRO, em THERMAS DE
ARAXÁ. Tivemos um
público estável e inscrito, com participação direta, 1.136 (hum mil e cento
e trinta seis) pessoas; público flutuante, como ouvinte, palestristas,
convidados, etc., foram quase duas mil pessoas. Isso foi um grande
elixir capaz de amenizar todo o cansaço daqueles envolvidos naquilo tudo.
Grandes debates e decisões ali foram tomados.
Tudo que você fizer na vida em termos de promoção para
o meio social em que vive, tem a sua validade pelos resultados que tudo vai
obter ao longo do tempo. Por isso, mesmo viajando, por muito tempo, indo
aqui e acolá, o
resultado final sempre será o estimulo contra a maledicência dos PROFETAS DO
DESÂNIMO, e, do cansaço
natural que ao longo de dias ou meses, nosso corpo começa a sentir e a reclamar
com suas manifestações orgânicas e até psíquicas.
Agora, ir pelo país, e, depois, sair dele e num
roteiro que nem ainda foi organizado plenamente: AMÉRICA
LATINA; AMÉRICA DO NORTE; CARIBE; ÁFRICA; ÁSIA, OCEANIA; e, dentro do possível, num percurso
que continuaria indo pela parte asiática da RÚSSIA, gostaríamos de chegar até a sua
parte ocidental; para depois, de passar por alguns países do antigo bloco
socialista; o próximo destino seria onde realmente, as ditas REDES
SOCIAIS, estão
efetivando o seu mais perfeito trabalho de utilização, ou seja, levando àqueles
povos um pouco daquilo, que mesmo com suas falhas, graças
a muita coisa, conquistamos: DEMOCRACIA. Alguns lugares na ÁFRICA, na ÁSIA, e, no ORIENTE
MÉDIO considero-os
mais delicados. Já viajamos antes por esses lugares; e, além de tudo lemos
muito e acompanhamos o que e acontece e esta a ocorrer naquela parte de nosso
mundo.
Porém, esperamos que consigamos fazer um trabalho de contato e divulgação no interesse da fraternidade
humana,e, do
aperfeiçoamento no uso das chamadas “REDES SOCIAIS”, as quais terão, como já esta tendo,
grande significados de transformações em nosso “dia a dia”; pois, estaremos
levando a mensagem de que os USUÁRIOS: podem e devem
participar, decidindo também o que é razoável, bom, ou, prático para essas
ditas REDES SOCIAIS; norteando tudo com aquilo que lutamos por toda a
nossa vida: EXPRESSÃO DE LIBERDADE, bem como, qual será
o papel disso para o futuro humano (?), evitando que todo o controle disso seja somente EMPRESARIAL ou ESTATAL; ou seja, daqueles que detém a
estrutura material e financeira dos instrumentos e tecnologias das REDES, e, até mesmo do ESTADO que não poderia cercear, sem
justificados motivos, através de repressão, ou, até mesmo lançando
mão de leis draconianas, a funcionalidade e fluidez do que circula pelas REDES
SOCIAIS.
Acreditamos que todos nós: os USUÁRIOS; as EMPRESAS
VIRTUAIS, bem como,
também, àqueles que constituem o CORPO TÉCNICO e do CONHECIMENTO
CIENTIFICO disso,
sejam em termos de SOFTWARE ou HARDWARE, além de GOVERNOS, todos ganharíamos muito com tudo
isso.
Por outro lado, há de se
evitar o cerceamento de acessos, pois, com a maior participação dos USUÁRIOS nos destinos que há de tomar os
novos rumos da INTERNET, queremos que realmente ela seja um
instrumento de LIBERDADE e EXPRESSÃO e não um “FEUDO
COLONIAL”, de uma,
ou, de algumas empresas do VALE DO SILÍCIO, onde, se acham instaladas no ESTADO
DA CALIFÓRNIA, nos ESTADOS
UNIDOS. Empresas
essas que ditam para nós regra de até quantas vezes você pode ou deve acessar
um SITE, ou, os SITES, das “REDES
SOCIAIS”,
impondo-lhe regras e restrições que diante das
tecnologias que as mesmas detêm não tem nenhuma justificativa, isso dentro do
mundo tecnológico com mudanças tão repentinas de acordo com as necessidades que
determinada situação possa estar a exigir.
Sequer tem cabimento a exigência de que tenhamos “PÁGINAS” apenas com nossos amigos, como se
fossemos obrigados a formar um “BOOK PESSOAL DE
AMIZADE” para elas o
arquivem para nós, usando-os como bem entender. Ora, tenham a paciência, quanta
estultice, pois, ninguém esta ou entra na “REDE”, para repetir ou assegurar do que já
tem. Nossa vontade de expandir horizontes leva-nos a procurar por novos
amigos, em novos sítios, com novos hábitos,
para que possamos aprender e inteirar entre todos, expandido a fraternidade
humana universal tão declamada em versos e prosa.
Isso é a dinâmica da vida moderna, e, também, ninguém
quer ser punido, injustificadamente, mesmo que isso conste de um anódino
“TERMO
DE USO” que a
maioria delas nos obriga aceitar, alguns nem traduzidos para quem o acata, já
que nem todos são poliglotas, e, possa ter uma ideia do que se sujeita. Assim,
ao procurar por um novo rosto, por um novo PERFIL, você é acusado de esta enviando “spam”, isso, no maior cinismo por parte de
quem detém nossos registros, e, os comercializa para que, depois, venhamos
receber inúmeras ofertas publicitárias que entopem ou estouram a capacidade das
CAIXAS de “E-MAILS”.
Ora, quem deve decidir se recepciona ou não uma nova
amizade é o USUÁRIO que pode colocar isso como uma
observação básica em seu PERFIL; e, ou, deixar essa decisão na
recepção de um convite, nunca o “SITE” querer ser o dono de nossa vontade e
do nosso direito de opção e escolha.
Wilson (Wil) Costa e Silva
COORDENADORIA - FINUSE
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