segunda-feira, 4 de abril de 2011

FINUSE: “NOSSAS PALAVRAS” – “NOSSAS RAZÕES”.


Nos últimos dias temos recebido muitas mensagens deixadas em nossa “CAIXA POSTAL ELETRÔNICA”, através de nossos "E-MAILs", e, ou, ainda, questionamentos efetuados por meio de comunicação instantânea, através do MENSSENGER, seja ele  PESSOAL (imbiara@htmail.com), e, ou, o PROFISSIONAL (apoiojurídicowilcosil@hotmail.com); qual a capacitação que detínhamos para propor juntos com outros “aventureiros” (expressão que constavam de algumas correspondências/questionamentos), à realização de um evento do porte do "FINUSE - FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º Encontro Internacional dos Usuários de Rede Social).

Claro, embora sempre haja alguma reserva de conhecimento acerca dessas pretensões dinâmicas na propositura de sediar e realizar um evento do porte do FINUSE”, este, exige a existência de um fator muito importante que é a disponibilidade à realização com muita foca de vontade para que venha acontecer.  

Sem vontade e garra ninguém faz nada, e, ainda, precisamos de uma pitada” de confiança para transmitir ao nosso semelhante, pois, no Tetê a Tetê de um trabalho de convencimento há uma disposição humana muito importante, ou seja, de se levar aos corações de outrem, de nossos interlocutores, àquilo que realmente queremos e necessitamos realizar para o bem de todos.

Ora, cá entre nós: “sabemos que se uma andorinha sozinha não faz verão”; bem como, “uma ideia sozinha também não cria o clima de empatia necessário à sua desenvoltura”. Estar acomodo atrás de um monitor de PC, e, achar que através somente de contatos virtuais conseguirá todo o convencimento necessário às nossas ações, isso soaria  como um sonho impossível.”.

Na comunicação tudo tem suas limitações, mas, nada que a boa ação do contato direito, o olhar direcionado ao olhar de seu interlocutor; a manifestação verbal imediata à resposta de nossa mensagem; e, estarmos prontos às reações que possa advir, de uma resistência, e, ou, de uma interação de nossos objetivos. Nada ainda conseguiu superar isso. Nem toda tecnologia chegou ao ponto de substituir-nos nessa tarefa de interação.

Assim, da maneira que só nos os humanos em nossas relações sabemos e podemos resolver: ser simpático e ter a expressão humana correta à demonstração contida na face de quem transmite e recebe confiança junto com as palavras. Dessa forma, contatos diretos, nas relações não virtuais, sempre são pontos a mais essa inteiração de empatia humana, a qual, nunca substituirá um contato pessoal em lugar do virtual.

A INTERNET é uma das coisas mais extraordinárias que já vimos e fazemos uso, tanto é que: dividimos nossa vida pessoal e profissional, antes, e, depois dela; principalmente no uso profissional. Quanto ao NÍVEL PESSOAL a única coisa que sabemos e podemos afirmar com segurança é que se formos e ficarmos a fundo nisso aqui: lá se vai a nossa vida social e familiar; por que só queremos dedicar e ficar horas navegando pelas REDES SOCIAIS.

Ocorre que juntamente com amigos “internautas” daqui do BRASIL, e, de outros países, nos últimos meses estamos trabalhando para realizar o "FINUSE - FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º Encontro Internacional do Usuário de Rede Social), o qual, se tudo correr como previsto deverá acontecer no período de  10 A 15 DE DEZEMBRO DE 2015, na cidade de ARAXÁ, MINAS GERAIS, donde nasci, e, também temos como lugar de moradia (embora se divida nossa residência com a cidade de Belo Horizonte), e, trabalhamos como advogado. Nossa cidade tem toda a infraestrutura para receber um evento desse porte.

A distância temporal para a abertura desse evento é porque sua organização esta a nos exigir uma logística muito grande; e, às vezes, quando deparamos ou vivenciamos uma situação quando procurávamos por um resultado, outro pode ocorrer. Assim, embora haja planejamento em nosso trabalho, tudo se torna imprevisível; e, até mesmo porque, dado a fórmula e a maneira coloquial com que planejamos nosso trabalho, e, contando, ainda, com o que mais sutil em tudo: A INTERAÇÃO HUMANA. Talvez ela seja o maior responsável por correições ou adaptações necessárias; mas, não podemos deixar de fazer o que há de ser feito, por uma questão de princípios de se chegar à alma daquele que queremos mobilizar pela e para participação no FINUSE.

Ocorre que acreditamos muito naquilo, em termos de relacionamentos, que seja fruto do contato humano e que chega ao nosso coração. Para isso, em determinados momentos de nossos contatos, necessitamos que haja a presença física, e, a troca de impressões, e, nisso há a necessidade do contato pessoal; já que, sem isso tudo deixa as relações em estado bastante inseguro e instável. Além do que, nos sabemos, que nem tudo ocorre como sonhado ou esperado. Portanto, com os amigos que estão se somando nisso, iremos pessoalmente às UNIVERSIDADES, de sala em sala, ou, de outra maneira que for recomendável pela direção dessas (isso porque o anfitrião deve decidir como deve ser a nossa entrada/recepção).

Ora, particularmente, nunca gostamos de gente que ao chegar à nossa casa, pela primeira vez, vai logo dizendo qual é o jeito, e, a melhor maneira da posição adequada de se acomodar o mobiliário (claro, digo isso no sentido figurado). Acontece sempre, embora haja muitas pessoas que procurem ignorar ou fingir, acerca desse item perdido, como parte da falta de memória de um comportamento sociável, seja sempre o habitual por muitos. Há momentos que o nosso comportamento é medido por um sutil detalhe, que dependendo da ocasião ou opinião de cada um pode ser chamado de ETIQUETA, e, ou, EDUCAÇÃO, embora A PRIMEIRA nem sempre seja sinal de frescura; que o diga Maria Helena Matarazzo, jornalista que escreveu um livro chamado: ETIQUETA SEM FRESCURA.

Plausível lembrar que quando há o impedimento de um contato ou acesso humano de forma ou maneira injusta: sabemos também romper correntes. Portanto, somos razoáveis e educados, porém, não nos tomem por idiotas ou despreparados. Além das UNIVERSIDADES, embora achássemos que deveríamos era atingir o maior numero de jovens para envolver nesse evento, pois, o futuro a eles pertencem. Portanto, devem saber como planejar isso melhor, seja nas questões de ordens: sociais ou políticas; passando pela ÉTICA, e, ainda, à proteção do MEIO AMBIENTE, e, tantos outros itens que podem ser pautados à debate para um ENCONTRO dessa envergadura. Claro que iremos às ONGs, órgãos de classes; representantes do PODER LEGISLATIVO; à direção das empresas virtuais que detém o controle das ditas REDES SOCIAIS, entidades que atuam pelos DIREITOS HUMANOS e da PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE; etc.

Como vê será há um grande e árduo trabalho a realizar. Gostaríamos de deixar registrado aqui, uma rica experiência pessoal que no passado, tivemos em menor escala, pois, foi uma oportunidade sui generis em nossa vida pessoal, social, profissional; e, acima de tudo no exercício da chamada cidadania, em organizar um EVENTO dessa espécie, porém, em nível de nosso ESTADO, quando aconteceu, aqui em nossa cidade, ARAXÁ, há algum tempo, o VI CONGRESSO ESTADUAL DOS ADVOGADOS MINEIROS, OU, DO ESTADO DE MINAS GERAIS, promovido pela OAB/MG, e, embora muito da organização dependesse mais da direção da entidade em BELO HORIZONTE, e, como éramos os anfitriões, e, ocupava o cargo de Presidente da 33ª Subseção da OAB/MG, e, os eventos anteriores tinham pouca participação, e, havíamos organizado uma pauta a ser discutida muito grande. Por exemplo: àquela época não existia nem mesmo uma TABELA DE HONORÁRIOS, com orientação de valor mínimo ou referencial para cobrarmos pelos nossos serviços jurídicos, coisa que foi objeto de debate e aprovação com recomendação ao CONSELHO ESTADUAL da entidade, o qual, posteriormente, tratou disso entre outras inúmeras outras providências ali debatidas.

Assim, fomos ao encontro dos colegas nas cidades de MINAS GERAIS, onde, havia Subseções da OAB/MG, e, em reuniões articuladas, no final da tarde depois de ter passado o dia nos escritórios desse, convidando-os. Ali vinha a apresentação, discussões, sugestões, etc. Estivemos, também, de sala em sala de aulas, em todas as FACULDADES DE DIREITO existente em MINAS GERAIS à época, pois, não acredito em nada que alije a juventude, principalmente, àqueles que deverão nos suceder naquilo que efetivamente temos como função ou missão. Foi extenuante, mas de um grande aproveitamento, pois, o EVENTO, que ocorreu em suas performances passadas, sequer ocorria com a presença de cerca de duas centenas de pessoas.

Isso, não obstante, nos comuns momentos festivos de algum EVENTO: seja o coquetel de abertura; à recepção de alguns convidados ilustres; e, dos festejos de encerramento (por exemplo, a realização de um baile/pelo menos, para isso, há amplos salões no GRANDE HOTEL aqui em Araxá), àqueles que chamamos de integrantes ou participantes festivos, ou seja, o pessoal de sempre presente nas situações de “oba, oba”, como sói acontece em muitas coisas ou momentos da vida, sempre são os primeiros a chegar, dando uma impressão de quantidade e mobilização, a qual, não corresponde nunca à realidade.

Para comprovar o resultado de nossa mobilização, necessitávamos disso, realmente, daqueles que estiveram presentes, inscritos; e, isso nós mesmo fizemos questão de registrar, pois, à época a INTERNET, nem era para todos, e, computação era coisa muito elitizada, mas, equipamos e informatizamos a recepção que controlava isso no GRANDE HOTEL DO BARREIRO, em THERMAS DE ARAXÁ. Tivemos um público estável e inscrito, com participação direta, 1.136 (hum mil e cento e trinta seis) pessoas; público flutuante, como ouvinte, palestristas, convidados, etc., foram quase duas mil pessoas. Isso foi um grande elixir capaz de amenizar todo o cansaço daqueles envolvidos naquilo tudo. Grandes debates e decisões ali foram tomados.

Tudo que você fizer na vida em termos de promoção para o meio social em que vive, tem a sua validade pelos resultados que tudo vai obter ao longo do tempo. Por isso, mesmo viajando, por muito tempo, indo aqui e acolá, o resultado final sempre será o estimulo contra a maledicência dos PROFETAS DO DESÂNIMO, e, do cansaço natural que ao longo de dias ou meses, nosso corpo começa a sentir e a reclamar com suas manifestações orgânicas e até psíquicas.

Agora, ir pelo país, e, depois, sair dele e num roteiro que nem ainda foi organizado plenamente: AMÉRICA LATINA; AMÉRICA DO NORTE; CARIBE; ÁFRICA; ÁSIA, OCEANIA; e, dentro do possível, num percurso que continuaria indo pela parte asiática da RÚSSIA, gostaríamos de chegar até a sua parte ocidental; para depois, de passar por alguns países do antigo bloco socialista; o próximo destino seria onde realmente, as ditas REDES SOCIAIS, estão efetivando o seu mais perfeito trabalho de utilização, ou seja, levando àqueles povos um pouco daquilo, que mesmo com suas falhas, graças a muita coisa, conquistamos: DEMOCRACIA. Alguns lugares na ÁFRICA, na ÁSIA, e, no ORIENTE MÉDIO considero-os mais delicados. Já viajamos antes por esses lugares; e, além de tudo lemos muito e acompanhamos o que e acontece e esta a ocorrer naquela parte de nosso mundo.

Porém, esperamos que consigamos fazer um trabalho de contato e divulgação no interesse da fraternidade humana,e, do aperfeiçoamento no uso das chamadas REDES SOCIAIS”, as quais terão, como já esta tendo, grande significados de transformações em nosso “dia a dia”; pois, estaremos levando a mensagem de que os USUÁRIOS: podem e devem participar, decidindo também o que é razoável, bom, ou, prático para essas ditas REDES SOCIAIS; norteando tudo com aquilo que lutamos por toda a nossa vida: EXPRESSÃO DE LIBERDADE, bem como, qual será o papel disso para o futuro humano (?), evitando que todo o controle disso seja somente EMPRESARIAL ou ESTATAL; ou seja, daqueles que detém a estrutura material e financeira dos instrumentos e tecnologias das REDES, e, até mesmo do ESTADO que não poderia cercear, sem justificados motivos, através de repressão, ou, até mesmo lançando mão de leis draconianas, a funcionalidade e fluidez do que circula pelas REDES SOCIAIS.

Acreditamos que todos nós: os USUÁRIOS; as EMPRESAS VIRTUAIS, bem como, também, àqueles que constituem o CORPO TÉCNICO e do CONHECIMENTO CIENTIFICO disso, sejam em termos de SOFTWARE ou HARDWARE, além de GOVERNOS, todos ganharíamos muito com tudo isso.

            Por outro lado, há de se evitar o cerceamento de acessos, pois, com a maior participação dos USUÁRIOS nos destinos que há de tomar os novos rumos da INTERNET, queremos que realmente ela seja um instrumento de LIBERDADE e EXPRESSÃO e não um FEUDO COLONIAL, de uma, ou, de algumas empresas do VALE DO SILÍCIO, onde, se acham instaladas no ESTADO DA CALIFÓRNIA, nos ESTADOS UNIDOS. Empresas essas que ditam para nós regra de até quantas vezes você pode ou deve acessar um SITE, ou, os SITES, das REDES SOCIAIS”, impondo-lhe regras e restrições que diante das tecnologias que as mesmas detêm não tem nenhuma justificativa, isso dentro do mundo tecnológico com mudanças tão repentinas de acordo com as necessidades que determinada situação possa estar a exigir.

Sequer tem cabimento a exigência de que tenhamos PÁGINAS apenas com nossos amigos, como se fossemos obrigados a formar um BOOK PESSOAL DE AMIZADE” para elas o arquivem para nós, usando-os como bem entender. Ora, tenham a paciência, quanta estultice, pois, ninguém esta ou entra na REDE, para repetir ou assegurar do que já tem. Nossa vontade de expandir horizontes leva-nos a procurar por novos amigos, em novos sítios, com novos hábitos, para que possamos aprender e inteirar entre todos, expandido a fraternidade humana universal tão declamada em versos e prosa.

Isso é a dinâmica da vida moderna, e, também, ninguém quer ser punido, injustificadamente, mesmo que isso conste de um anódino TERMO DE USO que a maioria delas nos obriga aceitar, alguns nem traduzidos para quem o acata, já que nem todos são poliglotas, e, possa ter uma ideia do que se sujeita. Assim, ao procurar por um novo rosto, por um novo PERFIL, você é acusado de esta enviando spam”, isso, no maior cinismo por parte de quem detém nossos registros, e, os comercializa para que, depois, venhamos receber inúmeras ofertas publicitárias que entopem ou estouram a capacidade das CAIXAS de E-MAILS.

Ora, quem deve decidir se recepciona ou não uma nova amizade é o USUÁRIO que pode colocar isso como uma observação básica em seu PERFIL; e, ou, deixar essa decisão na recepção de um convite, nunca o SITE querer ser o dono de nossa vontade e do nosso direito de opção e escolha.

Wilson (Wil) Costa e Silva
COORDENADORIA - FINUSE

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