segunda-feira, 4 de abril de 2011

FINUSE: “NOSSAS PALAVRAS” – “NOSSAS RAZÕES”.


Nos últimos dias temos recebido muitas mensagens deixadas em nossa “CAIXA POSTAL ELETRÔNICA”, através de nossos "E-MAILs", e, ou, ainda, questionamentos efetuados por meio de comunicação instantânea, através do MENSSENGER, seja ele  PESSOAL (imbiara@htmail.com), e, ou, o PROFISSIONAL (apoiojurídicowilcosil@hotmail.com); qual a capacitação que detínhamos para propor juntos com outros “aventureiros” (expressão que constavam de algumas correspondências/questionamentos), à realização de um evento do porte do "FINUSE - FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º Encontro Internacional dos Usuários de Rede Social).

Claro, embora sempre haja alguma reserva de conhecimento acerca dessas pretensões dinâmicas na propositura de sediar e realizar um evento do porte do FINUSE”, este, exige a existência de um fator muito importante que é a disponibilidade à realização com muita foca de vontade para que venha acontecer.  

Sem vontade e garra ninguém faz nada, e, ainda, precisamos de uma pitada” de confiança para transmitir ao nosso semelhante, pois, no Tetê a Tetê de um trabalho de convencimento há uma disposição humana muito importante, ou seja, de se levar aos corações de outrem, de nossos interlocutores, àquilo que realmente queremos e necessitamos realizar para o bem de todos.

Ora, cá entre nós: “sabemos que se uma andorinha sozinha não faz verão”; bem como, “uma ideia sozinha também não cria o clima de empatia necessário à sua desenvoltura”. Estar acomodo atrás de um monitor de PC, e, achar que através somente de contatos virtuais conseguirá todo o convencimento necessário às nossas ações, isso soaria  como um sonho impossível.”.

Na comunicação tudo tem suas limitações, mas, nada que a boa ação do contato direito, o olhar direcionado ao olhar de seu interlocutor; a manifestação verbal imediata à resposta de nossa mensagem; e, estarmos prontos às reações que possa advir, de uma resistência, e, ou, de uma interação de nossos objetivos. Nada ainda conseguiu superar isso. Nem toda tecnologia chegou ao ponto de substituir-nos nessa tarefa de interação.

Assim, da maneira que só nos os humanos em nossas relações sabemos e podemos resolver: ser simpático e ter a expressão humana correta à demonstração contida na face de quem transmite e recebe confiança junto com as palavras. Dessa forma, contatos diretos, nas relações não virtuais, sempre são pontos a mais essa inteiração de empatia humana, a qual, nunca substituirá um contato pessoal em lugar do virtual.

A INTERNET é uma das coisas mais extraordinárias que já vimos e fazemos uso, tanto é que: dividimos nossa vida pessoal e profissional, antes, e, depois dela; principalmente no uso profissional. Quanto ao NÍVEL PESSOAL a única coisa que sabemos e podemos afirmar com segurança é que se formos e ficarmos a fundo nisso aqui: lá se vai a nossa vida social e familiar; por que só queremos dedicar e ficar horas navegando pelas REDES SOCIAIS.

Ocorre que juntamente com amigos “internautas” daqui do BRASIL, e, de outros países, nos últimos meses estamos trabalhando para realizar o "FINUSE - FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º Encontro Internacional do Usuário de Rede Social), o qual, se tudo correr como previsto deverá acontecer no período de  10 A 15 DE DEZEMBRO DE 2015, na cidade de ARAXÁ, MINAS GERAIS, donde nasci, e, também temos como lugar de moradia (embora se divida nossa residência com a cidade de Belo Horizonte), e, trabalhamos como advogado. Nossa cidade tem toda a infraestrutura para receber um evento desse porte.

A distância temporal para a abertura desse evento é porque sua organização esta a nos exigir uma logística muito grande; e, às vezes, quando deparamos ou vivenciamos uma situação quando procurávamos por um resultado, outro pode ocorrer. Assim, embora haja planejamento em nosso trabalho, tudo se torna imprevisível; e, até mesmo porque, dado a fórmula e a maneira coloquial com que planejamos nosso trabalho, e, contando, ainda, com o que mais sutil em tudo: A INTERAÇÃO HUMANA. Talvez ela seja o maior responsável por correições ou adaptações necessárias; mas, não podemos deixar de fazer o que há de ser feito, por uma questão de princípios de se chegar à alma daquele que queremos mobilizar pela e para participação no FINUSE.

Ocorre que acreditamos muito naquilo, em termos de relacionamentos, que seja fruto do contato humano e que chega ao nosso coração. Para isso, em determinados momentos de nossos contatos, necessitamos que haja a presença física, e, a troca de impressões, e, nisso há a necessidade do contato pessoal; já que, sem isso tudo deixa as relações em estado bastante inseguro e instável. Além do que, nos sabemos, que nem tudo ocorre como sonhado ou esperado. Portanto, com os amigos que estão se somando nisso, iremos pessoalmente às UNIVERSIDADES, de sala em sala, ou, de outra maneira que for recomendável pela direção dessas (isso porque o anfitrião deve decidir como deve ser a nossa entrada/recepção).

Ora, particularmente, nunca gostamos de gente que ao chegar à nossa casa, pela primeira vez, vai logo dizendo qual é o jeito, e, a melhor maneira da posição adequada de se acomodar o mobiliário (claro, digo isso no sentido figurado). Acontece sempre, embora haja muitas pessoas que procurem ignorar ou fingir, acerca desse item perdido, como parte da falta de memória de um comportamento sociável, seja sempre o habitual por muitos. Há momentos que o nosso comportamento é medido por um sutil detalhe, que dependendo da ocasião ou opinião de cada um pode ser chamado de ETIQUETA, e, ou, EDUCAÇÃO, embora A PRIMEIRA nem sempre seja sinal de frescura; que o diga Maria Helena Matarazzo, jornalista que escreveu um livro chamado: ETIQUETA SEM FRESCURA.

Plausível lembrar que quando há o impedimento de um contato ou acesso humano de forma ou maneira injusta: sabemos também romper correntes. Portanto, somos razoáveis e educados, porém, não nos tomem por idiotas ou despreparados. Além das UNIVERSIDADES, embora achássemos que deveríamos era atingir o maior numero de jovens para envolver nesse evento, pois, o futuro a eles pertencem. Portanto, devem saber como planejar isso melhor, seja nas questões de ordens: sociais ou políticas; passando pela ÉTICA, e, ainda, à proteção do MEIO AMBIENTE, e, tantos outros itens que podem ser pautados à debate para um ENCONTRO dessa envergadura. Claro que iremos às ONGs, órgãos de classes; representantes do PODER LEGISLATIVO; à direção das empresas virtuais que detém o controle das ditas REDES SOCIAIS, entidades que atuam pelos DIREITOS HUMANOS e da PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE; etc.

Como vê será há um grande e árduo trabalho a realizar. Gostaríamos de deixar registrado aqui, uma rica experiência pessoal que no passado, tivemos em menor escala, pois, foi uma oportunidade sui generis em nossa vida pessoal, social, profissional; e, acima de tudo no exercício da chamada cidadania, em organizar um EVENTO dessa espécie, porém, em nível de nosso ESTADO, quando aconteceu, aqui em nossa cidade, ARAXÁ, há algum tempo, o VI CONGRESSO ESTADUAL DOS ADVOGADOS MINEIROS, OU, DO ESTADO DE MINAS GERAIS, promovido pela OAB/MG, e, embora muito da organização dependesse mais da direção da entidade em BELO HORIZONTE, e, como éramos os anfitriões, e, ocupava o cargo de Presidente da 33ª Subseção da OAB/MG, e, os eventos anteriores tinham pouca participação, e, havíamos organizado uma pauta a ser discutida muito grande. Por exemplo: àquela época não existia nem mesmo uma TABELA DE HONORÁRIOS, com orientação de valor mínimo ou referencial para cobrarmos pelos nossos serviços jurídicos, coisa que foi objeto de debate e aprovação com recomendação ao CONSELHO ESTADUAL da entidade, o qual, posteriormente, tratou disso entre outras inúmeras outras providências ali debatidas.

Assim, fomos ao encontro dos colegas nas cidades de MINAS GERAIS, onde, havia Subseções da OAB/MG, e, em reuniões articuladas, no final da tarde depois de ter passado o dia nos escritórios desse, convidando-os. Ali vinha a apresentação, discussões, sugestões, etc. Estivemos, também, de sala em sala de aulas, em todas as FACULDADES DE DIREITO existente em MINAS GERAIS à época, pois, não acredito em nada que alije a juventude, principalmente, àqueles que deverão nos suceder naquilo que efetivamente temos como função ou missão. Foi extenuante, mas de um grande aproveitamento, pois, o EVENTO, que ocorreu em suas performances passadas, sequer ocorria com a presença de cerca de duas centenas de pessoas.

Isso, não obstante, nos comuns momentos festivos de algum EVENTO: seja o coquetel de abertura; à recepção de alguns convidados ilustres; e, dos festejos de encerramento (por exemplo, a realização de um baile/pelo menos, para isso, há amplos salões no GRANDE HOTEL aqui em Araxá), àqueles que chamamos de integrantes ou participantes festivos, ou seja, o pessoal de sempre presente nas situações de “oba, oba”, como sói acontece em muitas coisas ou momentos da vida, sempre são os primeiros a chegar, dando uma impressão de quantidade e mobilização, a qual, não corresponde nunca à realidade.

Para comprovar o resultado de nossa mobilização, necessitávamos disso, realmente, daqueles que estiveram presentes, inscritos; e, isso nós mesmo fizemos questão de registrar, pois, à época a INTERNET, nem era para todos, e, computação era coisa muito elitizada, mas, equipamos e informatizamos a recepção que controlava isso no GRANDE HOTEL DO BARREIRO, em THERMAS DE ARAXÁ. Tivemos um público estável e inscrito, com participação direta, 1.136 (hum mil e cento e trinta seis) pessoas; público flutuante, como ouvinte, palestristas, convidados, etc., foram quase duas mil pessoas. Isso foi um grande elixir capaz de amenizar todo o cansaço daqueles envolvidos naquilo tudo. Grandes debates e decisões ali foram tomados.

Tudo que você fizer na vida em termos de promoção para o meio social em que vive, tem a sua validade pelos resultados que tudo vai obter ao longo do tempo. Por isso, mesmo viajando, por muito tempo, indo aqui e acolá, o resultado final sempre será o estimulo contra a maledicência dos PROFETAS DO DESÂNIMO, e, do cansaço natural que ao longo de dias ou meses, nosso corpo começa a sentir e a reclamar com suas manifestações orgânicas e até psíquicas.

Agora, ir pelo país, e, depois, sair dele e num roteiro que nem ainda foi organizado plenamente: AMÉRICA LATINA; AMÉRICA DO NORTE; CARIBE; ÁFRICA; ÁSIA, OCEANIA; e, dentro do possível, num percurso que continuaria indo pela parte asiática da RÚSSIA, gostaríamos de chegar até a sua parte ocidental; para depois, de passar por alguns países do antigo bloco socialista; o próximo destino seria onde realmente, as ditas REDES SOCIAIS, estão efetivando o seu mais perfeito trabalho de utilização, ou seja, levando àqueles povos um pouco daquilo, que mesmo com suas falhas, graças a muita coisa, conquistamos: DEMOCRACIA. Alguns lugares na ÁFRICA, na ÁSIA, e, no ORIENTE MÉDIO considero-os mais delicados. Já viajamos antes por esses lugares; e, além de tudo lemos muito e acompanhamos o que e acontece e esta a ocorrer naquela parte de nosso mundo.

Porém, esperamos que consigamos fazer um trabalho de contato e divulgação no interesse da fraternidade humana,e, do aperfeiçoamento no uso das chamadas REDES SOCIAIS”, as quais terão, como já esta tendo, grande significados de transformações em nosso “dia a dia”; pois, estaremos levando a mensagem de que os USUÁRIOS: podem e devem participar, decidindo também o que é razoável, bom, ou, prático para essas ditas REDES SOCIAIS; norteando tudo com aquilo que lutamos por toda a nossa vida: EXPRESSÃO DE LIBERDADE, bem como, qual será o papel disso para o futuro humano (?), evitando que todo o controle disso seja somente EMPRESARIAL ou ESTATAL; ou seja, daqueles que detém a estrutura material e financeira dos instrumentos e tecnologias das REDES, e, até mesmo do ESTADO que não poderia cercear, sem justificados motivos, através de repressão, ou, até mesmo lançando mão de leis draconianas, a funcionalidade e fluidez do que circula pelas REDES SOCIAIS.

Acreditamos que todos nós: os USUÁRIOS; as EMPRESAS VIRTUAIS, bem como, também, àqueles que constituem o CORPO TÉCNICO e do CONHECIMENTO CIENTIFICO disso, sejam em termos de SOFTWARE ou HARDWARE, além de GOVERNOS, todos ganharíamos muito com tudo isso.

            Por outro lado, há de se evitar o cerceamento de acessos, pois, com a maior participação dos USUÁRIOS nos destinos que há de tomar os novos rumos da INTERNET, queremos que realmente ela seja um instrumento de LIBERDADE e EXPRESSÃO e não um FEUDO COLONIAL, de uma, ou, de algumas empresas do VALE DO SILÍCIO, onde, se acham instaladas no ESTADO DA CALIFÓRNIA, nos ESTADOS UNIDOS. Empresas essas que ditam para nós regra de até quantas vezes você pode ou deve acessar um SITE, ou, os SITES, das REDES SOCIAIS”, impondo-lhe regras e restrições que diante das tecnologias que as mesmas detêm não tem nenhuma justificativa, isso dentro do mundo tecnológico com mudanças tão repentinas de acordo com as necessidades que determinada situação possa estar a exigir.

Sequer tem cabimento a exigência de que tenhamos PÁGINAS apenas com nossos amigos, como se fossemos obrigados a formar um BOOK PESSOAL DE AMIZADE” para elas o arquivem para nós, usando-os como bem entender. Ora, tenham a paciência, quanta estultice, pois, ninguém esta ou entra na REDE, para repetir ou assegurar do que já tem. Nossa vontade de expandir horizontes leva-nos a procurar por novos amigos, em novos sítios, com novos hábitos, para que possamos aprender e inteirar entre todos, expandido a fraternidade humana universal tão declamada em versos e prosa.

Isso é a dinâmica da vida moderna, e, também, ninguém quer ser punido, injustificadamente, mesmo que isso conste de um anódino TERMO DE USO que a maioria delas nos obriga aceitar, alguns nem traduzidos para quem o acata, já que nem todos são poliglotas, e, possa ter uma ideia do que se sujeita. Assim, ao procurar por um novo rosto, por um novo PERFIL, você é acusado de esta enviando spam”, isso, no maior cinismo por parte de quem detém nossos registros, e, os comercializa para que, depois, venhamos receber inúmeras ofertas publicitárias que entopem ou estouram a capacidade das CAIXAS de E-MAILS.

Ora, quem deve decidir se recepciona ou não uma nova amizade é o USUÁRIO que pode colocar isso como uma observação básica em seu PERFIL; e, ou, deixar essa decisão na recepção de um convite, nunca o SITE querer ser o dono de nossa vontade e do nosso direito de opção e escolha.

Wilson (Wil) Costa e Silva
COORDENADORIA - FINUSE

PARA ONDE VAI A SUA PARTICIPAÇÃO NAS QUESTÕES MUNDIAIS!?


                    Como sempre, primeiramente, temos que me desculpar pela tradução, pois, como temos que expressar em vários idiomas, que excedem a nossa capacidade compreensão, e, não contando com um tradutor oficial, laçamos mão daquele ofertado pelo SITE do GOOGLE. Mas, o importante, e, que prevaleça em nosso texto a MENSAGEM PRINCIPAL, e, que vosso entendimento e assimilação despertem algum interesse e vontade de participação na gestão em seu país, e, nos debates que aconteceram no FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS – FINUSE.

Nossos amigos, ainda que virtuais, são para nós como antigos conhecidos, pois, através desse meio de comunicação extraordinário que é a INTERNET, posso estar com eles quando quisermos. O nosso encontro internacional, ainda, tem o mérito de permitir a nos de nos vermos pessoalmente e aferirmos a nossa sensibilidade e forma de pensar, num ambiente salutar e de crescimento humano acima de tudo.

 No entanto, infelizmente, diletos amigos, assustam-me a indiferença e o desapego da juventude com o nosso destino sobre esse planeta azul do Sistema Solar. Entre os mais jovens as características predominantes, como já se disse são: a apatia, e, a indiferença com que tocam suas vidas. O mundo moderno esta sempre a nos impor ação e resolução, pois, somente com o enfrentamento dos problemas que a vida nós transpõe seremos capaz de crescer e mudar o nosso meio social e ambiente. Hoje, parece ser mais fácil ficar somente reclamando à mesa de um bar, ou, com os colegas em arruaças e farras homéricas. Ora, todos gostam de reclamar e poucos gostam de participar, de lutar, e, ainda, de afirmar categoricamente: “Eu estive naquela luta, e, o resultado de tudo isso tem, também, um pouco de meu esforço pessoal”.

                   Pelo jeito que estamos indo esse mundo vai virar uma “enorme porcaria”, pois, uma “porcaria pequena” ele já consegue ser; e, essa nova geração apática e desligada de tudo, também, esta indiferente aos problemas do planeta. O que mais assusta é que essa juventude estúpida e alienada vai um dia estar à frente do destino do planeta; mesmo, hoje, não estando nem aí para os problemas comuns da humanidade. Dizem que vivemos numa aldeia global, até acredito nisso, mas um povoado, para quem tem uma ideia o que é um “POVOADO DE SILVICOLAS” (aqui no Brasil há muitos índios - silvícolas - que sequer tiveram contato com a civilização, e, o lugar onde vive é uma “ALDEIA”).

                  Mas, a nossa chamada “aldeia global”, onde se diz que estamos todos próximos, porém, esta emporcalhada e destroçada: o meio ambiente destruído; a juventude perdida e só vivem um mundo que não real, onde, só vale o que “glamour”, só o “sucesso” interessa; embora a maioria sejam uns fracassados; o importante e ser conhecido (celebridade), mesma que não tenha nenhum mérito para que se possa achar assim ou dessa forma.

Os jovens do passado eram mais engajados, acreditavam na luta, sabiam que a sociedade só muda com ações, com congraçamento e fraternidade entre as pessoas. Talvez, o jovem por encontrar o mundo quase pronto, porém, porém, repito: continua, ainda, uma “porcaria”; todo cheio de poluição que esta destruindo o MEIO AMBIENTE; por lideres políticos corruptos que roubam o dinheiro público, deixando muitos sem as suas necessidades mais básicas: alimentação saudável; saúde, e, educação.

O desemprego na maioria dos países é aplicação de políticas publicas erradas aplicadas por lideres que recusam consultar a população acerca de seus atos e determinações que irá modificar a vida de cada. Muitos se dizem democratas, mas, não aceita sequer uma interjeição, uma opinião contraria, quem dirá ter que mudar uma política pública para melhorar as condições da população. Até o final dos anos 80 do século passado, vivíamos a utopia do socialismo, como também era e é utópico o capitalismo selvagem, sem valorizar o ser humano como um instrumento de inteligência capaz de gerar riquezas e trabalho para os demais.

          Assim como a globalização cria inibições e produz anacronismos, também deflagra novas condições para uns e outros, indivíduos, grupos, classes, movimentos, nações. Cria outras possibilidades de ser, agir, pensar, imaginar.

          Arrebentaram-se, as cercas e os muros que dividiam o mundo numa coisa idiota chamada “fronteiras ideológicas de regimes políticos”, porém, muitos de nós continuamos arraigados a princípios velhos e bolorentos, defendendo doutrinas utópicas, e, ou, lançando mão da relegião como se fosse ela o refugio para nossa própria covardia em enfrentar e resolver os problemas comuns da humanidade, enquanto um ser orgânico que vive como habitante do Planeta Terra.

Com o devido respeito a todas as religiões, pois, também acreditamos em Deus e somos, por conseguinte um crente. Porém, procuramos deixar o PLANO ESPIRITUAL em seu próprio âmago; e, no PLANO TERRENO, enfrentar as situações que a própria natureza nos impõe. Ora, o elemento natural continua e continuará com os seus movimentos e sua química; e, sobreviver nele depende e dependerá muito mais da nossa inteligência e da nossa capacidade de adaptação e transformação, procurando não prejudicar o meio ambiente, já que, aqui, a intervenção divina pouco pode fazer.

          Mas, poucos tem se interessado em participar de qualquer coisa, até mesmo àquilo que gostam, pois, pouco ou nenhuma responsabilidade querem exercer sobre isso. Quanto foi proposto a realização de um primeiro encontro de usuários de REDE SOCIAL, a qual, por sua vez, tem nos jovens o seu maior número de publico que acessam ou de usuários, a sensibilidade pela questão pouco foi percebida, claro à exceção de um numero bastante inexpressivo em à quantidade de usuários ou internautas que estão acrescentando mais e mais no número de pessoas que estão presente e usam a INTERNET, para praticamente tudo.

          O usuário, enquanto cidadão, pelo menos para aqueles que assim se sentem, na escala de importância de quem esta consciente e presente, sempre é percebida por aquela pessoa que opina, cobra, e, espera por melhoria, conseguindo modificar o que lhe for de uso comum. Ora, a chamada REDE SOCIAL, hoje é muito mais expressiva do que se pensa, passou a ser um instrumento de divulgação das ideias de liberdade, veja nos dias de hoje a mobilização dos povos dos países do Oriente Médio (Egito; Líbia, Baarã, Síria, etc.), os quais, pela REDE SOCIAL, mesmo sob ameaça governamental de tirá-la do ar, foram às ruas pedir por aquilo que não tinham: liberdade de expressão; rotatividade de lideranças políticas; por eleições livres; e, a determinação de que a vontade popular dever ser a vontade de um GOVERNO, que deve primar pela integridade de seus membros, e, o respeito às leis, que tenha como norte fundamental a DECLARAÇÃO UNIVERSAL DO DIREITOS HUMANOS.

          Fazemos nossas as seguintes palavras: A INTERNET não derruba ditadores. Em sociedades nas quais a esfera pública é restrita e a imprensa é censurada, a INTERNET deu às pessoas um mecanismo para comunicação e discussão. Mas o que a INTERNET faz adquire a forma do propósito daquele que a utiliza. O caráter das MÍDIAS SOCIAIS em particular permitiu as pessoas a se conectarem e ofereceu um veículo para que os movimentos sociais e políticos existentes fossem visíveis e viáveis”. (ELIZABETH ISKANDER, in  UOL - NOTICIAIS - INTERNACIONAL, 26/02/2012)

          Por outro lado, a “REDE SOCIAL” não pode ser um instrumento somente para a manipulação consumista pelos detentores de SITES ou PORTAIS, donde, estão hospedados as PÁGINAS DE RELACIONAMENTOS dos cidadãos usuários; portanto, tem de haver parâmetros de ética e normalidade no trato com esse novo e amplo instrumento virtual de uso comum (INTERNET), o qual, há muito passou para o domínio publico sem qualquer sombra de dúvida.

Da mesma forma, de país a país, há de se ter ela ter o seu próprio órgão regulamentador e de fiscalização de excessos, impedindo dessa forma a consolidação de obstáculos representados por PROJETOS DE LEIS que estão, ou possam estar, em andamento nos inúmeros PARLAMENTOS pelo mundo afora.


Ora, sabemos que a aprovação da maioria de tais projetos e sua entrada em vigor como LEI, dará ao ESTADO através de uma regulamentação draconiana (como sempre acontece) passa a ser o agente fiscalizador e repressor das transgressões, enquanto entendemos que a própria REDE SOCIAL deveria ter o seu CONSELHO ÉTICO REGULAMENTADOR”, obviamente, cada país ou nação, soberanamente, constituiria o seu, para depurar excessos e aplicar penalidades, já que o ESTADO em sua forma POLICIAL/JURIDICA não esta, e, nunca estará preparado para tanto.

          Assim, jovem internauta, ou, internauta jovem, você que foi convidado e solicitado a estar presente, e, ou, pelos menos contribuir com suas ideias, qual será o nosso papel e responsabilidade nesse “I ENCONTRO INTERNACIONAL DE USUÁRIOS DA REDE SOCIAL”, pois, acreditamos que muito irá contribuir para mudarmos ou alterar totalmente não só a forma de repensar um novo PERFIL dessa INTERNET que hoje acessamos, com as medidas necessárias que visa sua proteção, capacidade de continuidade de funcionamento, sem a intervenção de nenhum ato repressor, porém, com maior segurança de acesso; e, por uma acessibilidade com a liberdade e a participação de um maior número de pessoas. ESTAMOS AGUARDANDO POR VOCÊ, E, PELA SUA MANIFESTAÇÃO.

“FINUSE” – 2ª PARTE DA TEMÁTICA ACERCA DE “REDES SOCIAIS”

TEMÁTICA - “FINESU” - FIRST INTERNATIONAL MEETING OF USERS THE SOCIAL RED


SITES DE REDES SOCIAIS: HISTÓRIA, DEFINIÇÃO, E, BOLSAS DE ESTUDO
Escola de Informação
Universidade da Califórnia-Berkeley
Departamento de Telecomunicações, Estudos, Informação e Midia.
Michigan State University 

SITES de REDES SOCIAIS (SNSs) estão cada vez mais atraindo a atenção de pesquisadores acadêmicos e da indústria intrigado com suas possibilidades e alcance. Esta seção tema especial do JOURNAL OF COMPUTER-MEDIATED COMMUNICATION reúne bolsas de estudo sobre estes fenômenos emergentes. Neste artigo introdutório, descrevemos características de SNSs e propor uma definição abrangente. Em seguida, apresentamos uma perspectiva sobre a história desses locais, discutindo as mudanças e desenvolvimentos. Depois de um breve resumo de bolsas existentes em matéria SNSs, discutimos os artigos desta SEÇÃO ESPECIAL e concluir com algumas considerações para pesquisas futuras.

Desde sua introdução, SITES de REDES SOCIAIS (SNSs), tais como MYSPACE, FACEBOOK, CYWORLD, e BEBO têm atraído milhões de usuários, muitos dos quais têm integrado os sites em suas práticas cotidianas. Como desta escrita, há centenas de SNSs, com várias capacidades tecnológicas, apoio a uma vasta gama de interesses e práticas.

Enquanto seus principais recursos tecnológicos são bastante consistentes, as culturas que surgem em torno SNSs são variados. A maioria dos SITES DE APOIO a manutenção da pré-existente das REDES SOCIAIS, mas ajudar os outros estranhos contato baseadas em interesses comuns, opiniões políticas ou atividades. Alguns sites de atendimentos a diversos públicos, enquanto outros atraem as pessoas com base na linguagem comum, ou, partilhando identidades raciais, sexuais, religiosos ou nacionalidade baseada. Sites também variam na medida em que incorporar novas informações e ferramentas de comunicação, tais como fotos, vídeos, conectividade, e, BLOGS/PARTILHA DE VÍDEO.

Estudiosos de diferentes campos SNSs ter examinado, a fim de compreender as práticas, as implicações, a cultura e o significado dos locais, bem como engajamento de usuários com eles. Esta seção tema especial do JOURNAL OF COMPUTER-MEDIATED COMMUNICATION, reúne uma coleção exclusiva de artigos que analisam uma ampla gama de sites de REDE SOCIAL usando várias técnicas metodológicas, tradições teóricas e abordagens analíticas. Com a escolha desses artigos, nesta edição, nosso objetivo é mostrar algumas matérias que são as de BOLSAS DE ESTUDOS INTERDISCIPLINAR em torno destes sites.

O objetivo desta INTRODUÇÃO é fornecer um contexto conceitual, histórico e acadêmico para os artigos nesta coleção. Começamos por definir o que constitui um SITE de REDE SOCIAL; e, em seguida, apresentar uma perspectiva sobre o desenvolvimento histórico da SNSs, descritos a partir de entrevistas pessoais e as contas públicas dos sites e suas mudanças ao longo do tempo. Depois disso, revisamos estudos recentes sobre SNSs e tentativa de contextualizar e destacar palavras-chave. Concluímos com uma descrição dos artigos incluídos nessa seção especial e sugestões para futuras pesquisas.

SITES DE REDES SOCIAIS: UMA DEFINIÇÃO

Nós definimos sites de REDE SOCIAL como serviços baseados na Web que permitem aos indivíduos: (1) construir um perfil público ou semi-público dentro de um sistema limitado; (2) articular uma lista de outros usuários com quem eles compartilham uma conexão; e (3) ver e percorrer suas listas de conexões e aquelas feitas por outras pessoas dentro do sistema. A natureza e a nomenclatura dessas conexões podem variar de local para local.

Enquanto nós usamos o termo "REDE SOCIAL" para descrever esse fenômeno, o termo "REDES SOCIAIS" também aparece no discurso público, e os dois termos são frequentemente usados como sinônimos. Optamos por não utilizar o "NETWORKING" prazo por duas razões: a ênfase e alcance. "Networking" enfatiza o início do relacionamento, muitas vezes entre estranhos. Enquanto a rede é possível, nestes sites, não é a prática principal de muitos deles, nem é o que os diferencia de outras formas de comunicação mediada por computador (CMC).

O que faz sites de rede social única não é que eles permitem que os indivíduos encontrem com estranhos, mas, sim, que eles permitem que os usuários de articular e tornar visível as suas redes sociais. Isso pode resultar em conexões entre os indivíduos que não seriam feitas, mas que muitas vezes não é o objetivo, e essas reuniões são frequentemente entre os "laços latentes" (Haythornthwaite, 2005) que compartilham a conexão com algumas offline. Em muitos dos grandes SNSs, os participantes não são necessariamente "networking" ou olhando para conhecer novas pessoas, em vez disso, eles são principalmente se comunicar com pessoas que já são uma parte da sua rede estendida social. Para enfatizar esta rede social articulada como uma característica fundamental a organização destes sites, rotulá-los "sites de redes sociais".

Enquanto SNSs ter implementado uma ampla variedade de características técnicas, sua espinha dorsal é composta de perfis visíveis que exibem uma lista articulada dos Amigos 1, que também são usuários do sistema. Os PERFIS são páginas exclusivas, onde se pode "tipo-se em ser" (Sundén, 2003, p. 3). Depois de juntar um SNS, o indivíduo é solicitado o preenchimento de formulários contendo uma série de perguntas. O PERFIL é gerada usando as respostas a estas questões, que normalmente incluem descritores, tais como idade, localização, interesses e um "sobre mim" seção. A maioria dos sites também incentivar os usuários a fazer UPLOAD de uma foto de perfil.  Alguns sites permitem que os usuários para melhorar seus perfis adicionando conteúdo multimédia ou modificando o perfil do seu olhar e sentir. Outros, como o FACEBOOK, permitem que os usuários adicionem módulo (APLICAÇÕES) que irão melhorar o seu PERFIL.

A visibilidade varia de um perfil de local e de acordo com o critério do usuário. Por padrão, os perfis do Friendster e Tribe.net são rastreados pelos motores de busca, tornando-se visível para qualquer pessoa, independentemente de haver ou não o espectador tem uma conta. Alternativamente, o LinkedIn controla o que um observador pode ver, dependendo se ela ou ele tem uma conta paga. Sites como o MySpace permitirá aos usuários escolher se querem que seu perfil seja público ou "apenas amigos". FACEBOOK tem uma abordagem diferente, por padrão, os usuários que fazem parte da "REDE" mesmo pode se ver uns dos outros perfis, a menos que o proprietário do perfil decidiu negar permissão para aqueles em sua rede. variações estruturais em torno de visibilidade e de acesso são uma das principais maneiras que SNSs se diferenciar umas das outras.

Depois de ingressar em um site de rede social, os usuários são solicitados para identificar os outros no sistema com as quais têm um relacionamento. O rótulo para esses relacionamentos difere consoante são os termos populares incluem sites "amigos", "contatos" e "fãs". A maioria em SNSs requer confirmação bi-direcional para a amizade, mas alguns não. Estes laços unidirecionais às vezes são rotulados como "fãs" ou "seguidores", mas muitos sites chamam estes amigos também. O termo "Friends" pode ser enganoso, porque a conexão não significa, necessariamente, a amizade, no sentido vernáculo quotidiano, e, as razões são várias para as pessoas que se conectam (Boyd, 2006a).
A exposição pública de conexões é um componente crucial da SNSs. A lista de amigos contém links para o PERFIL de cada amigo, que permite aos telespectadores internautas percorrer o gráfico de REDE clicando nas listas de amigos. Na maioria dos sites, a lista de amigos é visível para quem está autorizado a visualizar o PERFIL, embora haja exceções. Por exemplo, alguns usuários do MySpace ter cortado seus PERFIS para ocultar a exibição de amigos e LinkedIn permite que os usuários optem por não exibir sua rede.

A maioria SNSs, também, fornece um mecanismo para que os usuários deixar mensagens nos PERFIS de seus amigos. Esta característica tipicamente envolve deixando "comentários", embora sites empreguem diversos rótulos para esta funcionalidade.  Além disso, SNSs têm muitas vezes um recurso de envio de mensagens privadas semelhante ao webmail. Embora ambas as mensagens e comentários privados sejam populares na maioria dos SNSs principais, eles não são universalmente disponível.

Nem todos os sites de REDE SOCIAL começaram como tal. QQ iniciado como um serviço de mensagens instantâneas chinês, LunarStorm como um site de comunidade, Cyworld como uma ferramenta coreano fórum de discussão e Skyrock (anteriormente SKYBLOG) foi um serviço de blogging francês antes de acrescentar recursos do SNS. Classmates.com, um diretório das filiais da escola, lançado em 1995, começou a apoiar listas articulado de amigos após SNSs se tornou popular. Asianavenue, MiGente e BlackPlanet cedo foram populares sites de comunidades étnicas, com funcionalidade limitada amigos antes de relançamento em 2005-2006 com o SNS características e estrutura.

Além de perfis, amigos, comentários e mensagens privadas, SNSs variam muito nas suas características e base de usuários. Alguns recursos de compartilhamento de fotos ou de compartilhamento de vídeo, outros têm incorporado em BLOGs e mensagens instantâneas tecnologia. Há SNSs móvel específica (por exemplo, Dodgeball); mas alguns SNSs baseada na Web também suporte limitado interações móvel (por exemplo, Facebook, My Space e Cyworld). Muitos SNSs alvo pessoas de regiões geográficas específicas ou grupos linguísticos, embora isso nem sempre determinar circunscrição do site. ORKUT, por exemplo, foi lançado nos Estados Unidos com uma interface de Inglês somente, mas os brasileiros que falam Português tornou-se rapidamente o grupo de usuários dominante (Kopytoff, 2004). Alguns sites são projetados com orientação étnica, religiosa, sexual específica, políticas ou outras categorias de identidade baseada em mente. Há mesmo SNSs para cães (Dogster) e gatos (Catster), embora os seus proprietários devam gerir os seus perfis.

Enquanto SNSs são frequentemente concebidos para serem acessíveis, muitos atrair populações homogêneas inicialmente, de modo que não é raro encontrar grupos que utilizam sites de segregar-se por nacionalidade, idade, nível educacional, ou outros fatores que normalmente a sociedade segmento (Hargittai), mesmo que essa não era a intenção dos designers.

OS PRIMEIROS ANOS.


Segundo a definição acima, o site de rede social reconhecível primeiro lançado em 1997. SixDegrees.com permitiu que os usuários criassem PERFIS, lista de seus amigos e, no início de 1998, navegar na lista de amigos. Cada um desses recursos existiu de alguma forma antes SixDegrees, é claro. PERFIS existia na maioria dos grandes sites de namoro e sites de comunidades diversas: amigos do AIM e ICQ, listas apoiadas,  listas de amigos, embora os amigos não eram visíveis para os outros. Classmates.com permitiu que as pessoas se afiliassem a sua ESCOLA ou FACULDADE e navegar na REDE para outras pessoas que também eram filiados, mas os usuários não podem criar PERFIS e LISTAS DE AMIGOS, até anos mais tarde. SIXDEGREES foi o primeiro a combinar estas características.

SIXDEGREES se promoveu como uma ferramenta para ajudar as pessoas a ligar e mandar mensagens para outros. Enquanto SIXDEGREES atraiu milhões de usuários, ele não conseguiu se tornar um negócio sustentável e, em 2000, o serviço fechado. Olhando para trás, seu fundador acredita que SixDegrees estava simplesmente à frente de seu tempo (A. Weinreich, comunicação pessoal, 11 de julho de 2007).Enquanto as pessoas já estavam reunindo-se à INTERNET, a maioria não têm redes alargado de amigos que estavam online. Early adopters reclamaram que havia pouco que fazer depois de aceitar pedidos de amigos, e a maioria dos usuários não estavam interessados em conhecer estranhos.

De 1997 a 2001, uma série de ferramentas da comunidade começaram a apoiar várias combinações de perfis e publicamente articulados amigos. Asianavenue, BlackPlanet, e MiGente permitido que os usuários criem perfis pessoal, profissional, e, de namoro; os usuários poderão identificar os amigos em seus PERFIS PESSOAIS, sem buscar aprovação para as conexões (O. Wasow, comunicação pessoal, 16 de agosto, 2007). Da mesma forma, logo após seu lançamento em 1999, LiveJournal constantes ligações unidireccionais nas páginas de usuário. Quanto ao LiveJournal suspeita que ele fez esses amigos, depois de remessas de mensagens instantâneas, listas de amigos (B. Fitzpatrick, comunicação pessoal, 15 de junho, 2007), sobre LiveJournal, as pessoas marcam os outros como amigos para seguir seus DIÁRIOS e gerenciar as CONFIGURAÇÕES DE PRIVACIDADE.

O site coreano Cyworld em espaço virtual foi iniciado em 1999 e recursos adicionais do SNS em 2001, independente desses outros sites (ver Kim Yun e, nesta edição). Da mesma forma, quando o sueco LunarStorm comunidade web se amoldou como um SNS em 2000, continha listas de amigos, livros de visitas e páginas de diário (D. Skog, comunicação pessoal, 24 de setembro, 2007).

A próxima onda de SNSs Ryze.com começou quando foi lançado em 2001 para ajudar a alavancar as pessoas das suas REDES DE NEGÓCIOS. Ryze relatórios do fundador que ele introduziu o primeiro site a seus amigos, principalmente os membros da empresa São Francisco e da COMUNIDADE DE TECNOLOGIA, incluindo os empresários e investidores por trás de muitos SNSs futuro (A. Scott, comunicação pessoal, 14 de junho de 2007).

Em particular, as pessoas por trás Ryze, Tribe.net, LinkedIn e Friendster estavam fortemente entrelaçados pessoalmente e profissionalmente. Eles acreditavam que poderiam apoiar-se mutuamente sem competir (Festa, 2003).  No final, nunca Ryze adquirido grande popularidade, cresceu Tribe.net para atrair uma base de usuários apaixonados nicho, o LinkedIn se tornou um serviço de negócios poderoso, Friendster e se tornou o mais significativo, se apenas como "uma das maiores decepções da história da INTERNET" (Chafkin, 2007, p. 1). Como qualquer história breve de um fenômeno maior, a nossa é necessariamente incompleto. Na seção seguinte, discutimos FRIENDSTER, MYSPACE, e, FACEBOOK, três SNSs chave que moldaram o de negócios, cultural e paisagístico da investigação.

A ascensão (e queda) do FRIENDSTER


O Friendster lançado em 2002 como um complemento social Ryze. Ele foi projetado para competir com o Match.com, um site de encontros online rentáveis (Cohen, 2003). Enquanto a maioria dos sites de encontros focados em apresentar às pessoas com interesses semelhantes e estranhos, Friendster foi projetado para ajudar os amigos-de-amigos se encontram, com base no pressuposto de que os amigos de amigos”, parceiros faria melhor do que românticos estranhos (J. Abrams, pessoal comunicação, 27 de março de 2003).

FRIENDSTER ganhou força entre os três grupos de pioneiros que deram forma ao local blogueiros, os participantes do BURNING MAN FESTIVAL DE ARTES, e, os gays (Boyd, 2004) e cresceu para 300 mil usuários por meio do boca a boca antes de qualqer cobertura da imprensa tradicional começou em MAIO/2003 (O'Shea, 2003).

Como surgiu a popularidade do FRIENDSTER, o site encontrou dificuldades técnicas e sociais (boyd, 2006b), servidores de bases de dados do FRIENDSTER e estavam mal equipados para lidar com o seu rápido crescimento, e esse site vacilou regularmente, levando os usuários frustrados que substituiu seu E-MAIL FRIENDSTER. Porque o crescimento orgânico foi essencial para criar uma comunidade coerente; o ataque de novos usuários que aprenderam sobre o site, além da cobertura da mídia perturbar o equilíbrio cultural. Além disso, o crescimento exponencial significou uma queda em contextos sociais: os usuários tiveram que enfrentar seus chefes e ex-colegas ao lado de seus amigos mais próximos. Para complicar, FRIENDSTER começou a restringir as atividades de seus usuários mais apaixonados.


Figura 1. Cronograma de lançamento de muitos SNS, datas importante, e, as datas nos SITES DE COMUNIDADES, relançado com recursos do SNS.

O projeto inicial de usuários do FRIENDSTER impedidos de ver os PERFIS das pessoas que foram mais de quatro graus de distância (amigos de “amigos-de-amigos-de-amigos”). Para visualizar os PERFIS ADICIONAIS, os usuários começaram a adicionar conhecimentos e interessante EXPERIÊNCIA para o futuro desconhecido afim para expandir seu alcance. Alguns começaram maciçamente na escolha de amigos, uma atividade que foi implicitamente incentivado por um "mais populares" como recurso opcional. Os coletores foram a final PERFIS FALSOS, ícones, representando personagens fictícios: celebridades, conceitos, e, outras entidades.

Estes "FAKESTERS" indignado da empresa, que afastou perfis falsos e eliminou o "mais popular" recurso (Boyd, no prelo-b). Embora poucas pessoas realmente tenham criado FAKESTERS, muito mais apreciado surf Fakesters para entretenimento; ou, usando Fakesters funcional (por exemplo, "Brown University") para encontrar as pessoas que eles conheciam.

A supressão ativa de FAKESTERS (e os usuários genuínos, que escolheu as fotos não-realista) alertam para alguns que a empresa não os tinham como interesses dos usuários a compartilhar. Muitos early adopters esquerda devido à combinação de dificuldades técnicas, as colisões sociais, e, uma ruptura de confiança entre os usuários e o site (boyd, 2006b).  No entanto, ao mesmo tempo em que ia desaparecendo nos EUA, sua popularidade disparou, nas FILIPINAS, SINGAPURA, MALÁSIA, e, INDONÉSIA (Goldberg, 2007).


SNSs atingiu omainstream”.

A partir de 2003, muitos SNSs foram lançados, fazendo com software social analista Clay Shirky (2003) a cunhar o termo YASNS: "YET ANOTHER SOCIAL RED SERVICE” (algum serviço na rede social). "A maioria tomou a forma de sites com PERFIL centrado, tentando replicar o sucesso inicial do FRIENDSTER ou atingir um grupo demográfico específico. Enquanto SNSs socialmente organizado solicitar audiências gerais, sites profissionais como o LinkedIn, a Visible Path, e Xing (anteriormente openBC) focado em pessoas de negócios. "Passion-centric" como SNSs Dogster (T. Rheingold, comunicação pessoal, 02 de agosto de 2007) ajuda a estranhos em contatos baseadas em interesses comuns. Care2 ajuda ativistas se encontram, Couchsurfing conecta os viajantes para as pessoas com sofás e MyChurch une igrejas cristãs e seus membros.

Além disso, como os meios de comunicação social e fenômenos com conteúdo gerado pelo usuário cresceu, SITES focados em compartilhamento de mídia começaram a programar os recursos do SNS e tornar-se SNSs si. Exemplos incluem FLICKR (de partilha de fotos), Last.FM (hábito de ouvir música), e o YouTube (partilha de vídeo).

Com a profusão de novas empresas de risco e suportes lançamento no VALE DO SILÍCIO, poucas pessoas prestaram atenção SNSs que ganhou popularidade em outros lugares, mesmo aqueles construídos por grandes empresas. Por exemplo, o ORKUT do GOOGLE não conseguiu construir uma base de usuários sustentável dos EUA, mas uma "invasão brasileira" (Fragoso, 2006) fez o SNS ORKUT nacional do Brasil, e, o MICROSOFT WINDOWS LIVE SPACES (aka MSN Spaces) lançou igualmente à recepção morna EUA, mas se tornou extremamente popular em outros lugares.

Poucos analistas e jornalistas notaram quando o MySpace lançou em Santa Monica, Califórnia, centenas de quilômetros do VALE DO SILÍCIO. O MySpace foi iniciado em 2003 para competir com sites como o FRIENDSTER, XANGA, e ASIANAVENUE, de acordo com o cofundador, Tom Anderson (comunicação pessoal, 02 de agosto de 2007), os fundadores queriam atrair alienados usuários do FRIENDSTER (T. Anderson, comunicação pessoal, 2 de fevereiro de 2006).

Depois de rumores que surgiram FRIENDSTER seria adotar um sistema baseado em honorários, os usuários postaram mensagens FRIENDSTER incentivar as pessoas a aderir SNSs alternativo, incluindo Tribe.net e MySpace (T. Anderson, comunicação pessoal, 02 de agosto de 2007). Devido a isso, o MySpace foi capaz de crescer rapidamente, capitalizando sobre a alheamento do seu Friendster early adopters. Um grupo particularmente notável que os outros foram incentivados a mudar indie-rock bandas que foram expulsos do FRIENDSTER por não cumprir com os regulamentos perfil.

Enquanto o MySpace não foi lançado com faixas em mente, eles foram recebidos. Indie-rock bandas da região de Los Angeles começaram a criar PERFIS, e os promotores locais usou o MySpace para fazer propaganda de passes VIP para os clubes populares. Intrigado, o MySpace contactando músicos locais para ver como eles poderiam apoiá-los (T. Anderson, comunicação pessoal, 28 de setembro, 2006). As faixas não foram a única fonte de crescimento do MySpace, mas a relação simbiótica entre bandas e fãs ajudaram MySpace expandir além ex-usuários do Friendster. A dinâmica de bandas e fãs se mutuamente benéficas: Bands queria ser capaz de manter contato com os fãs, enquanto os fãs desejada atenção de suas bandas favoritas e usado para conexões AMIGO sinal de identidade e filiação.

Além disso, o MySpace se diferenciou pela adição regular de recursos com base na demanda do usuário (boyd, 2006b) e permitindo que os usuários personalizem suas páginas. Esta "característica" surgiu porque o MySpace não restringir os usuários adicionando HTML nas formas que moldaram seus perfis; um copiar/colar o código cultura surgiu na web para oferecer suporte aos usuários na criação de fundos exclusivos e MySpace layouts (Perkel, no prelo).

Os adolescentes começaram a participar de MySpace em massa em 2004. Ao contrário dos usuários mais velhos, a maioria dos adolescentes nunca foram no Friendster, alguns se juntaram porque queriam manter contato com suas bandas favoritas, enquanto outros foram introduzidos para o site através de familiares mais velhos. Como os adolescentes começaram a se inscrever, eles incentivaram seus amigos para participar. Ao invés de rejeitar os usuários menores de idade, MySpace mudou sua política de usuário para permitir que menores de idade. Como o site cresceu, três populações distintas começaram a se formar: os músicos/artistas, adolescentes, e, pós-faculdade, constituindo uma nova multidão de sociais urbanos. Em geral, os dois últimos grupos não interagem uns com os outros, exceto através de bandas. Devido à falta de cobertura da imprensa MAINSTREM em 2004, poucos notaram a crescente popularidade do site.

Então, em julho de 2005, a NEWS CORPORATION comprou o MySpace por US $580 milhões (BBC, 2005), atraindo a atenção da mídia massiva. Posteriormente, as questões de segurança atormentado MySpace. O site foi implicado em uma série de interações sexuais entre adultos e menores, motivando a ação legal (Consumer Affairs, 2006).  Um pânico moral sobre predadores sexuais se espalhou rapidamente (Bahney, 2006), embora a pesquisa sugira que as preocupações eram exageradas2.