sexta-feira, 2 de novembro de 2012

‘INTERNET NÃO É UM DIREITO HUMANO’


·        In “Estadão On Line”
·        Por Murilo Roncolato

Em artigo, Vinton Cerf, um dos pais da INTERNET diz que conceituá-la a como direito nos faria valorizar as coisas erradas.
  
Vinton Cerf foi membro do DARPA, agência americana de projetos de defesa fundamental para a criação da base da INTERNET
SÃO PAULO – Uma das figuras fundamentais para a construção da INTERNET da maneira como a conhecemos hoje é Vinton Gray Cerf, membro da IEEE e Vice-Presidente do GOOGLE desde 2005. Em um artigo publicado 04/01/2012 (quarta feira), pelo NEW YORK TIMES, o criador adjunto do padrão TCP/IP se esforçou para deixar um claro uma opinião que tende a aquecer um debate que já circula internacionalmente há algum tempo: a internet não deve ser considerada um direito humano.

                          Viton Gray Cerf - Foto: Lucas Jackson/Reuters

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A posição de Vint faz referência às atitudes de países (como Finlândia e França) e da ONU que classificaram o acesso à internet como um direito humano sob a justificativa de que estar online seria fundamental para a cidadania, assim como a liberdade de expressão. Em junho, a ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS declarou em um relatório oficial que a INTERNET estava sob ataque de governos em quase todo o mundo e por isso deveria ser protegida. Para isso, declarou a INTERNET um direito humano, o que geraria para um infrator – um país que barrasse a sua população de acessar a WEB, por exemplo – punições internacionais.Vinton Cerf argumenta que não é o acesso à INTERNET que deve ser protegida sob a tutela do Direito, pois se trata apenas um instrumento, um meio pelo qual as pessoas podem exercer seus direitos básicos, como o de acesso à informação e o de se expressar. Diz Cerf em seu artigo:

“A tecnologia é um meio que possibilita estes direitos, e não um direito em si. Existe um critério mais elevado para que alguma coisa seja considerada um direito humano. Em sentido amplo, ela deve ser uma daquelas coisas das quais nós, seres humanos, precisamos a fim de poder levar uma vida saudável, dotada de sentido, como uma existência sem tortura ou a liberdade de consciência.

É um erro colocar determinada tecnologia nesta eminente categoria, porque ao longo do tempo acabaremos valorizando as coisas erradas.”


O atual executivo do Google argumenta que a própria ONU “admitia que a internet é valiosa como meio para alcançar um fim, e não um fim em si mesma”. Para ele, em vez de um direito humano, o acesso à internet poderia ser garantido sob o conceito de direito civilcomo um serviço universal, ficando ao lado do serviço telefônico – o que, segundo ele, seria estabelecido por lei e, por isso, tutelado pelo Estado.

O coordenador adjunto do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV do Rio de Janeiro, Carlos Affonso, analisa que do texto de Cerf pode-se ter a impressão de que a INTERNET deveria ser vista de um ponto de vista puramente técnico, ignorando assim a pluralidade de atores que participam desse ambiente como a sociedade civil, as empresas (enquanto usuárias da rede) e, principalmente, o teor político do debate sobre a garantia do acesso.

“A crítica dele é a de é a pessoa por trás da tecnologia que precisa ser tutelada, e não a tecnologia em si”, diz Affonso. “Mas perceber a INTERNET apenas como uma tecnologia é uma visão que tira dela toda uma visão social e política que a própria engenharia da internet e seus aspectos técnicos carregam. É importante não levar o texto dele a um extremo e elevar o tema da tecnologia para além do ponto de vista técnico.”

No final de seu artigo, Cerf aponta como responsabilidade dos “criadores de tecnologia” em responder pelos “direitos humanos e civis”. “Neste contexto, os engenheiros não só têm a tremenda obrigação de conferir a capacidade aos usuários de usar a tecnologia, mas também a obrigação de garantir a segurança dos usuários”.

Para ele, os engenheiros – e nesse ponto ele invoca a associação à qual pertence, o INSTITUTO DOS ENGENHEIROS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS – deveriam ter consciência das “responsabilidades civis além da capacidade” dos engenheiros. “Aprimorar a INTERNET é apenas um meio, embora um meio importante, pelo qual é possível aprimorar a condição humana. Isto deve ser feito com a valorização dos direitos civis e humanos que devem ser protegidos – sem pretender que o acesso em si a esta tecnologia seja um direito.”

Engrossando o caldo O professor de direito da FGV-RJ, Carlos Affonso, contrapõe a fala de Cerf lembrando que “a estrutura da internet – sendo uma rede descentralizada de redes – é de escolhas técnicas que formam uma tecnologia gerando um meio altamente político, com consequências sociais e econômicas graves”.

Em tempos de Primavera Árabe, quando você tem uma pessoa do calibre do Vint Cerf dizendo que a INTERNET não é um direito humano poderia representar uma negativa para o tema. Mas não é isso. É preciso não reduzir o que ele escreveu e relacionar também com o que tem dito nos últimos anos”, pondera Affonso que lembra dos encontros internacionais de que participou com a presença de Vinton Cerf, como o realizado em Nairobi, no qual o papel dos direitos humanos na tecnologia foi alvo de debate.

No dia 14 de dezembro, Vinton Cerf enviou uma carta para o congressista americano Lamar Smith, membro do COMITÊ DE JUSTIÇA DO CONGRESSO e autor da Stop Online Piracy Act, lei antipirataria online conhecido pela sigla S.O.P.A.” No documento, o ex-membro da DARPA se mostra preocupado com as consequências da norma, diz que o bloqueio a sites era algo problemático e sugere inúmeras alternativas ao projeto. A lei “prejudicaria a arquitetura da INTERNET e obstruiria o esforço de 15 anos pelos setores público e privado visando melhorar a segurança cibernética através da implementação do DNSSEC, um conjunto de extensões projetado para solucionar vulnerabilidades de segurança no DNS [Sistema de Nomes de Domínios].

Por fim diz ter “preocupações sobre a eficácia e inteligência dessa legislação”.

Carlos Affonso questiona se o artigo feito para o NYT não faz parte da discussão sobre o S.O.P.A. mesmo que não cite a lei. Vint" diz que INTERNET é uma tecnologia, essa tecnologia é papel de técnicos e é necessário que não se polua o debate com questões políticas. É uma forma de dizer que os rumos da INTERNET tomados por governos nos últimos anos podem comprometer a mesma.

O artigo do Vint que pode ser tomado como uma análise do aspecto político da INTERNET pode ser visto pelo lado oposto: o recado a movimentação política que interfira na tecnologia é uma decisão que pode reduzir direitos fundamentais. Só não sabemos se a melhor resposta é colocar o aspecto técnico separado do política como ele fez.

Araxá


segunda-feira, 4 de abril de 2011

FINUSE: “NOSSAS PALAVRAS” – “NOSSAS RAZÕES”.


Nos últimos dias temos recebido muitas mensagens deixadas em nossa “CAIXA POSTAL ELETRÔNICA”, através de nossos "E-MAILs", e, ou, ainda, questionamentos efetuados por meio de comunicação instantânea, através do MENSSENGER, seja ele  PESSOAL (imbiara@htmail.com), e, ou, o PROFISSIONAL (apoiojurídicowilcosil@hotmail.com); qual a capacitação que detínhamos para propor juntos com outros “aventureiros” (expressão que constavam de algumas correspondências/questionamentos), à realização de um evento do porte do "FINUSE - FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º Encontro Internacional dos Usuários de Rede Social).

Claro, embora sempre haja alguma reserva de conhecimento acerca dessas pretensões dinâmicas na propositura de sediar e realizar um evento do porte do FINUSE”, este, exige a existência de um fator muito importante que é a disponibilidade à realização com muita foca de vontade para que venha acontecer.  

Sem vontade e garra ninguém faz nada, e, ainda, precisamos de uma pitada” de confiança para transmitir ao nosso semelhante, pois, no Tetê a Tetê de um trabalho de convencimento há uma disposição humana muito importante, ou seja, de se levar aos corações de outrem, de nossos interlocutores, àquilo que realmente queremos e necessitamos realizar para o bem de todos.

Ora, cá entre nós: “sabemos que se uma andorinha sozinha não faz verão”; bem como, “uma ideia sozinha também não cria o clima de empatia necessário à sua desenvoltura”. Estar acomodo atrás de um monitor de PC, e, achar que através somente de contatos virtuais conseguirá todo o convencimento necessário às nossas ações, isso soaria  como um sonho impossível.”.

Na comunicação tudo tem suas limitações, mas, nada que a boa ação do contato direito, o olhar direcionado ao olhar de seu interlocutor; a manifestação verbal imediata à resposta de nossa mensagem; e, estarmos prontos às reações que possa advir, de uma resistência, e, ou, de uma interação de nossos objetivos. Nada ainda conseguiu superar isso. Nem toda tecnologia chegou ao ponto de substituir-nos nessa tarefa de interação.

Assim, da maneira que só nos os humanos em nossas relações sabemos e podemos resolver: ser simpático e ter a expressão humana correta à demonstração contida na face de quem transmite e recebe confiança junto com as palavras. Dessa forma, contatos diretos, nas relações não virtuais, sempre são pontos a mais essa inteiração de empatia humana, a qual, nunca substituirá um contato pessoal em lugar do virtual.

A INTERNET é uma das coisas mais extraordinárias que já vimos e fazemos uso, tanto é que: dividimos nossa vida pessoal e profissional, antes, e, depois dela; principalmente no uso profissional. Quanto ao NÍVEL PESSOAL a única coisa que sabemos e podemos afirmar com segurança é que se formos e ficarmos a fundo nisso aqui: lá se vai a nossa vida social e familiar; por que só queremos dedicar e ficar horas navegando pelas REDES SOCIAIS.

Ocorre que juntamente com amigos “internautas” daqui do BRASIL, e, de outros países, nos últimos meses estamos trabalhando para realizar o "FINUSE - FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º Encontro Internacional do Usuário de Rede Social), o qual, se tudo correr como previsto deverá acontecer no período de  10 A 15 DE DEZEMBRO DE 2015, na cidade de ARAXÁ, MINAS GERAIS, donde nasci, e, também temos como lugar de moradia (embora se divida nossa residência com a cidade de Belo Horizonte), e, trabalhamos como advogado. Nossa cidade tem toda a infraestrutura para receber um evento desse porte.

A distância temporal para a abertura desse evento é porque sua organização esta a nos exigir uma logística muito grande; e, às vezes, quando deparamos ou vivenciamos uma situação quando procurávamos por um resultado, outro pode ocorrer. Assim, embora haja planejamento em nosso trabalho, tudo se torna imprevisível; e, até mesmo porque, dado a fórmula e a maneira coloquial com que planejamos nosso trabalho, e, contando, ainda, com o que mais sutil em tudo: A INTERAÇÃO HUMANA. Talvez ela seja o maior responsável por correições ou adaptações necessárias; mas, não podemos deixar de fazer o que há de ser feito, por uma questão de princípios de se chegar à alma daquele que queremos mobilizar pela e para participação no FINUSE.

Ocorre que acreditamos muito naquilo, em termos de relacionamentos, que seja fruto do contato humano e que chega ao nosso coração. Para isso, em determinados momentos de nossos contatos, necessitamos que haja a presença física, e, a troca de impressões, e, nisso há a necessidade do contato pessoal; já que, sem isso tudo deixa as relações em estado bastante inseguro e instável. Além do que, nos sabemos, que nem tudo ocorre como sonhado ou esperado. Portanto, com os amigos que estão se somando nisso, iremos pessoalmente às UNIVERSIDADES, de sala em sala, ou, de outra maneira que for recomendável pela direção dessas (isso porque o anfitrião deve decidir como deve ser a nossa entrada/recepção).

Ora, particularmente, nunca gostamos de gente que ao chegar à nossa casa, pela primeira vez, vai logo dizendo qual é o jeito, e, a melhor maneira da posição adequada de se acomodar o mobiliário (claro, digo isso no sentido figurado). Acontece sempre, embora haja muitas pessoas que procurem ignorar ou fingir, acerca desse item perdido, como parte da falta de memória de um comportamento sociável, seja sempre o habitual por muitos. Há momentos que o nosso comportamento é medido por um sutil detalhe, que dependendo da ocasião ou opinião de cada um pode ser chamado de ETIQUETA, e, ou, EDUCAÇÃO, embora A PRIMEIRA nem sempre seja sinal de frescura; que o diga Maria Helena Matarazzo, jornalista que escreveu um livro chamado: ETIQUETA SEM FRESCURA.

Plausível lembrar que quando há o impedimento de um contato ou acesso humano de forma ou maneira injusta: sabemos também romper correntes. Portanto, somos razoáveis e educados, porém, não nos tomem por idiotas ou despreparados. Além das UNIVERSIDADES, embora achássemos que deveríamos era atingir o maior numero de jovens para envolver nesse evento, pois, o futuro a eles pertencem. Portanto, devem saber como planejar isso melhor, seja nas questões de ordens: sociais ou políticas; passando pela ÉTICA, e, ainda, à proteção do MEIO AMBIENTE, e, tantos outros itens que podem ser pautados à debate para um ENCONTRO dessa envergadura. Claro que iremos às ONGs, órgãos de classes; representantes do PODER LEGISLATIVO; à direção das empresas virtuais que detém o controle das ditas REDES SOCIAIS, entidades que atuam pelos DIREITOS HUMANOS e da PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE; etc.

Como vê será há um grande e árduo trabalho a realizar. Gostaríamos de deixar registrado aqui, uma rica experiência pessoal que no passado, tivemos em menor escala, pois, foi uma oportunidade sui generis em nossa vida pessoal, social, profissional; e, acima de tudo no exercício da chamada cidadania, em organizar um EVENTO dessa espécie, porém, em nível de nosso ESTADO, quando aconteceu, aqui em nossa cidade, ARAXÁ, há algum tempo, o VI CONGRESSO ESTADUAL DOS ADVOGADOS MINEIROS, OU, DO ESTADO DE MINAS GERAIS, promovido pela OAB/MG, e, embora muito da organização dependesse mais da direção da entidade em BELO HORIZONTE, e, como éramos os anfitriões, e, ocupava o cargo de Presidente da 33ª Subseção da OAB/MG, e, os eventos anteriores tinham pouca participação, e, havíamos organizado uma pauta a ser discutida muito grande. Por exemplo: àquela época não existia nem mesmo uma TABELA DE HONORÁRIOS, com orientação de valor mínimo ou referencial para cobrarmos pelos nossos serviços jurídicos, coisa que foi objeto de debate e aprovação com recomendação ao CONSELHO ESTADUAL da entidade, o qual, posteriormente, tratou disso entre outras inúmeras outras providências ali debatidas.

Assim, fomos ao encontro dos colegas nas cidades de MINAS GERAIS, onde, havia Subseções da OAB/MG, e, em reuniões articuladas, no final da tarde depois de ter passado o dia nos escritórios desse, convidando-os. Ali vinha a apresentação, discussões, sugestões, etc. Estivemos, também, de sala em sala de aulas, em todas as FACULDADES DE DIREITO existente em MINAS GERAIS à época, pois, não acredito em nada que alije a juventude, principalmente, àqueles que deverão nos suceder naquilo que efetivamente temos como função ou missão. Foi extenuante, mas de um grande aproveitamento, pois, o EVENTO, que ocorreu em suas performances passadas, sequer ocorria com a presença de cerca de duas centenas de pessoas.

Isso, não obstante, nos comuns momentos festivos de algum EVENTO: seja o coquetel de abertura; à recepção de alguns convidados ilustres; e, dos festejos de encerramento (por exemplo, a realização de um baile/pelo menos, para isso, há amplos salões no GRANDE HOTEL aqui em Araxá), àqueles que chamamos de integrantes ou participantes festivos, ou seja, o pessoal de sempre presente nas situações de “oba, oba”, como sói acontece em muitas coisas ou momentos da vida, sempre são os primeiros a chegar, dando uma impressão de quantidade e mobilização, a qual, não corresponde nunca à realidade.

Para comprovar o resultado de nossa mobilização, necessitávamos disso, realmente, daqueles que estiveram presentes, inscritos; e, isso nós mesmo fizemos questão de registrar, pois, à época a INTERNET, nem era para todos, e, computação era coisa muito elitizada, mas, equipamos e informatizamos a recepção que controlava isso no GRANDE HOTEL DO BARREIRO, em THERMAS DE ARAXÁ. Tivemos um público estável e inscrito, com participação direta, 1.136 (hum mil e cento e trinta seis) pessoas; público flutuante, como ouvinte, palestristas, convidados, etc., foram quase duas mil pessoas. Isso foi um grande elixir capaz de amenizar todo o cansaço daqueles envolvidos naquilo tudo. Grandes debates e decisões ali foram tomados.

Tudo que você fizer na vida em termos de promoção para o meio social em que vive, tem a sua validade pelos resultados que tudo vai obter ao longo do tempo. Por isso, mesmo viajando, por muito tempo, indo aqui e acolá, o resultado final sempre será o estimulo contra a maledicência dos PROFETAS DO DESÂNIMO, e, do cansaço natural que ao longo de dias ou meses, nosso corpo começa a sentir e a reclamar com suas manifestações orgânicas e até psíquicas.

Agora, ir pelo país, e, depois, sair dele e num roteiro que nem ainda foi organizado plenamente: AMÉRICA LATINA; AMÉRICA DO NORTE; CARIBE; ÁFRICA; ÁSIA, OCEANIA; e, dentro do possível, num percurso que continuaria indo pela parte asiática da RÚSSIA, gostaríamos de chegar até a sua parte ocidental; para depois, de passar por alguns países do antigo bloco socialista; o próximo destino seria onde realmente, as ditas REDES SOCIAIS, estão efetivando o seu mais perfeito trabalho de utilização, ou seja, levando àqueles povos um pouco daquilo, que mesmo com suas falhas, graças a muita coisa, conquistamos: DEMOCRACIA. Alguns lugares na ÁFRICA, na ÁSIA, e, no ORIENTE MÉDIO considero-os mais delicados. Já viajamos antes por esses lugares; e, além de tudo lemos muito e acompanhamos o que e acontece e esta a ocorrer naquela parte de nosso mundo.

Porém, esperamos que consigamos fazer um trabalho de contato e divulgação no interesse da fraternidade humana,e, do aperfeiçoamento no uso das chamadas REDES SOCIAIS”, as quais terão, como já esta tendo, grande significados de transformações em nosso “dia a dia”; pois, estaremos levando a mensagem de que os USUÁRIOS: podem e devem participar, decidindo também o que é razoável, bom, ou, prático para essas ditas REDES SOCIAIS; norteando tudo com aquilo que lutamos por toda a nossa vida: EXPRESSÃO DE LIBERDADE, bem como, qual será o papel disso para o futuro humano (?), evitando que todo o controle disso seja somente EMPRESARIAL ou ESTATAL; ou seja, daqueles que detém a estrutura material e financeira dos instrumentos e tecnologias das REDES, e, até mesmo do ESTADO que não poderia cercear, sem justificados motivos, através de repressão, ou, até mesmo lançando mão de leis draconianas, a funcionalidade e fluidez do que circula pelas REDES SOCIAIS.

Acreditamos que todos nós: os USUÁRIOS; as EMPRESAS VIRTUAIS, bem como, também, àqueles que constituem o CORPO TÉCNICO e do CONHECIMENTO CIENTIFICO disso, sejam em termos de SOFTWARE ou HARDWARE, além de GOVERNOS, todos ganharíamos muito com tudo isso.

            Por outro lado, há de se evitar o cerceamento de acessos, pois, com a maior participação dos USUÁRIOS nos destinos que há de tomar os novos rumos da INTERNET, queremos que realmente ela seja um instrumento de LIBERDADE e EXPRESSÃO e não um FEUDO COLONIAL, de uma, ou, de algumas empresas do VALE DO SILÍCIO, onde, se acham instaladas no ESTADO DA CALIFÓRNIA, nos ESTADOS UNIDOS. Empresas essas que ditam para nós regra de até quantas vezes você pode ou deve acessar um SITE, ou, os SITES, das REDES SOCIAIS”, impondo-lhe regras e restrições que diante das tecnologias que as mesmas detêm não tem nenhuma justificativa, isso dentro do mundo tecnológico com mudanças tão repentinas de acordo com as necessidades que determinada situação possa estar a exigir.

Sequer tem cabimento a exigência de que tenhamos PÁGINAS apenas com nossos amigos, como se fossemos obrigados a formar um BOOK PESSOAL DE AMIZADE” para elas o arquivem para nós, usando-os como bem entender. Ora, tenham a paciência, quanta estultice, pois, ninguém esta ou entra na REDE, para repetir ou assegurar do que já tem. Nossa vontade de expandir horizontes leva-nos a procurar por novos amigos, em novos sítios, com novos hábitos, para que possamos aprender e inteirar entre todos, expandido a fraternidade humana universal tão declamada em versos e prosa.

Isso é a dinâmica da vida moderna, e, também, ninguém quer ser punido, injustificadamente, mesmo que isso conste de um anódino TERMO DE USO que a maioria delas nos obriga aceitar, alguns nem traduzidos para quem o acata, já que nem todos são poliglotas, e, possa ter uma ideia do que se sujeita. Assim, ao procurar por um novo rosto, por um novo PERFIL, você é acusado de esta enviando spam”, isso, no maior cinismo por parte de quem detém nossos registros, e, os comercializa para que, depois, venhamos receber inúmeras ofertas publicitárias que entopem ou estouram a capacidade das CAIXAS de E-MAILS.

Ora, quem deve decidir se recepciona ou não uma nova amizade é o USUÁRIO que pode colocar isso como uma observação básica em seu PERFIL; e, ou, deixar essa decisão na recepção de um convite, nunca o SITE querer ser o dono de nossa vontade e do nosso direito de opção e escolha.

Wilson (Wil) Costa e Silva
COORDENADORIA - FINUSE

PARA ONDE VAI A SUA PARTICIPAÇÃO NAS QUESTÕES MUNDIAIS!?


                    Como sempre, primeiramente, temos que me desculpar pela tradução, pois, como temos que expressar em vários idiomas, que excedem a nossa capacidade compreensão, e, não contando com um tradutor oficial, laçamos mão daquele ofertado pelo SITE do GOOGLE. Mas, o importante, e, que prevaleça em nosso texto a MENSAGEM PRINCIPAL, e, que vosso entendimento e assimilação despertem algum interesse e vontade de participação na gestão em seu país, e, nos debates que aconteceram no FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS – FINUSE.

Nossos amigos, ainda que virtuais, são para nós como antigos conhecidos, pois, através desse meio de comunicação extraordinário que é a INTERNET, posso estar com eles quando quisermos. O nosso encontro internacional, ainda, tem o mérito de permitir a nos de nos vermos pessoalmente e aferirmos a nossa sensibilidade e forma de pensar, num ambiente salutar e de crescimento humano acima de tudo.

 No entanto, infelizmente, diletos amigos, assustam-me a indiferença e o desapego da juventude com o nosso destino sobre esse planeta azul do Sistema Solar. Entre os mais jovens as características predominantes, como já se disse são: a apatia, e, a indiferença com que tocam suas vidas. O mundo moderno esta sempre a nos impor ação e resolução, pois, somente com o enfrentamento dos problemas que a vida nós transpõe seremos capaz de crescer e mudar o nosso meio social e ambiente. Hoje, parece ser mais fácil ficar somente reclamando à mesa de um bar, ou, com os colegas em arruaças e farras homéricas. Ora, todos gostam de reclamar e poucos gostam de participar, de lutar, e, ainda, de afirmar categoricamente: “Eu estive naquela luta, e, o resultado de tudo isso tem, também, um pouco de meu esforço pessoal”.

                   Pelo jeito que estamos indo esse mundo vai virar uma “enorme porcaria”, pois, uma “porcaria pequena” ele já consegue ser; e, essa nova geração apática e desligada de tudo, também, esta indiferente aos problemas do planeta. O que mais assusta é que essa juventude estúpida e alienada vai um dia estar à frente do destino do planeta; mesmo, hoje, não estando nem aí para os problemas comuns da humanidade. Dizem que vivemos numa aldeia global, até acredito nisso, mas um povoado, para quem tem uma ideia o que é um “POVOADO DE SILVICOLAS” (aqui no Brasil há muitos índios - silvícolas - que sequer tiveram contato com a civilização, e, o lugar onde vive é uma “ALDEIA”).

                  Mas, a nossa chamada “aldeia global”, onde se diz que estamos todos próximos, porém, esta emporcalhada e destroçada: o meio ambiente destruído; a juventude perdida e só vivem um mundo que não real, onde, só vale o que “glamour”, só o “sucesso” interessa; embora a maioria sejam uns fracassados; o importante e ser conhecido (celebridade), mesma que não tenha nenhum mérito para que se possa achar assim ou dessa forma.

Os jovens do passado eram mais engajados, acreditavam na luta, sabiam que a sociedade só muda com ações, com congraçamento e fraternidade entre as pessoas. Talvez, o jovem por encontrar o mundo quase pronto, porém, porém, repito: continua, ainda, uma “porcaria”; todo cheio de poluição que esta destruindo o MEIO AMBIENTE; por lideres políticos corruptos que roubam o dinheiro público, deixando muitos sem as suas necessidades mais básicas: alimentação saudável; saúde, e, educação.

O desemprego na maioria dos países é aplicação de políticas publicas erradas aplicadas por lideres que recusam consultar a população acerca de seus atos e determinações que irá modificar a vida de cada. Muitos se dizem democratas, mas, não aceita sequer uma interjeição, uma opinião contraria, quem dirá ter que mudar uma política pública para melhorar as condições da população. Até o final dos anos 80 do século passado, vivíamos a utopia do socialismo, como também era e é utópico o capitalismo selvagem, sem valorizar o ser humano como um instrumento de inteligência capaz de gerar riquezas e trabalho para os demais.

          Assim como a globalização cria inibições e produz anacronismos, também deflagra novas condições para uns e outros, indivíduos, grupos, classes, movimentos, nações. Cria outras possibilidades de ser, agir, pensar, imaginar.

          Arrebentaram-se, as cercas e os muros que dividiam o mundo numa coisa idiota chamada “fronteiras ideológicas de regimes políticos”, porém, muitos de nós continuamos arraigados a princípios velhos e bolorentos, defendendo doutrinas utópicas, e, ou, lançando mão da relegião como se fosse ela o refugio para nossa própria covardia em enfrentar e resolver os problemas comuns da humanidade, enquanto um ser orgânico que vive como habitante do Planeta Terra.

Com o devido respeito a todas as religiões, pois, também acreditamos em Deus e somos, por conseguinte um crente. Porém, procuramos deixar o PLANO ESPIRITUAL em seu próprio âmago; e, no PLANO TERRENO, enfrentar as situações que a própria natureza nos impõe. Ora, o elemento natural continua e continuará com os seus movimentos e sua química; e, sobreviver nele depende e dependerá muito mais da nossa inteligência e da nossa capacidade de adaptação e transformação, procurando não prejudicar o meio ambiente, já que, aqui, a intervenção divina pouco pode fazer.

          Mas, poucos tem se interessado em participar de qualquer coisa, até mesmo àquilo que gostam, pois, pouco ou nenhuma responsabilidade querem exercer sobre isso. Quanto foi proposto a realização de um primeiro encontro de usuários de REDE SOCIAL, a qual, por sua vez, tem nos jovens o seu maior número de publico que acessam ou de usuários, a sensibilidade pela questão pouco foi percebida, claro à exceção de um numero bastante inexpressivo em à quantidade de usuários ou internautas que estão acrescentando mais e mais no número de pessoas que estão presente e usam a INTERNET, para praticamente tudo.

          O usuário, enquanto cidadão, pelo menos para aqueles que assim se sentem, na escala de importância de quem esta consciente e presente, sempre é percebida por aquela pessoa que opina, cobra, e, espera por melhoria, conseguindo modificar o que lhe for de uso comum. Ora, a chamada REDE SOCIAL, hoje é muito mais expressiva do que se pensa, passou a ser um instrumento de divulgação das ideias de liberdade, veja nos dias de hoje a mobilização dos povos dos países do Oriente Médio (Egito; Líbia, Baarã, Síria, etc.), os quais, pela REDE SOCIAL, mesmo sob ameaça governamental de tirá-la do ar, foram às ruas pedir por aquilo que não tinham: liberdade de expressão; rotatividade de lideranças políticas; por eleições livres; e, a determinação de que a vontade popular dever ser a vontade de um GOVERNO, que deve primar pela integridade de seus membros, e, o respeito às leis, que tenha como norte fundamental a DECLARAÇÃO UNIVERSAL DO DIREITOS HUMANOS.

          Fazemos nossas as seguintes palavras: A INTERNET não derruba ditadores. Em sociedades nas quais a esfera pública é restrita e a imprensa é censurada, a INTERNET deu às pessoas um mecanismo para comunicação e discussão. Mas o que a INTERNET faz adquire a forma do propósito daquele que a utiliza. O caráter das MÍDIAS SOCIAIS em particular permitiu as pessoas a se conectarem e ofereceu um veículo para que os movimentos sociais e políticos existentes fossem visíveis e viáveis”. (ELIZABETH ISKANDER, in  UOL - NOTICIAIS - INTERNACIONAL, 26/02/2012)

          Por outro lado, a “REDE SOCIAL” não pode ser um instrumento somente para a manipulação consumista pelos detentores de SITES ou PORTAIS, donde, estão hospedados as PÁGINAS DE RELACIONAMENTOS dos cidadãos usuários; portanto, tem de haver parâmetros de ética e normalidade no trato com esse novo e amplo instrumento virtual de uso comum (INTERNET), o qual, há muito passou para o domínio publico sem qualquer sombra de dúvida.

Da mesma forma, de país a país, há de se ter ela ter o seu próprio órgão regulamentador e de fiscalização de excessos, impedindo dessa forma a consolidação de obstáculos representados por PROJETOS DE LEIS que estão, ou possam estar, em andamento nos inúmeros PARLAMENTOS pelo mundo afora.


Ora, sabemos que a aprovação da maioria de tais projetos e sua entrada em vigor como LEI, dará ao ESTADO através de uma regulamentação draconiana (como sempre acontece) passa a ser o agente fiscalizador e repressor das transgressões, enquanto entendemos que a própria REDE SOCIAL deveria ter o seu CONSELHO ÉTICO REGULAMENTADOR”, obviamente, cada país ou nação, soberanamente, constituiria o seu, para depurar excessos e aplicar penalidades, já que o ESTADO em sua forma POLICIAL/JURIDICA não esta, e, nunca estará preparado para tanto.

          Assim, jovem internauta, ou, internauta jovem, você que foi convidado e solicitado a estar presente, e, ou, pelos menos contribuir com suas ideias, qual será o nosso papel e responsabilidade nesse “I ENCONTRO INTERNACIONAL DE USUÁRIOS DA REDE SOCIAL”, pois, acreditamos que muito irá contribuir para mudarmos ou alterar totalmente não só a forma de repensar um novo PERFIL dessa INTERNET que hoje acessamos, com as medidas necessárias que visa sua proteção, capacidade de continuidade de funcionamento, sem a intervenção de nenhum ato repressor, porém, com maior segurança de acesso; e, por uma acessibilidade com a liberdade e a participação de um maior número de pessoas. ESTAMOS AGUARDANDO POR VOCÊ, E, PELA SUA MANIFESTAÇÃO.